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domingo, 31 de março de 2013

Vídeo mostra garoto de seis anos antes de ser morto no RJ

Imagens mostram momento em que manicure chega com criança a hotel
Taxista Raphael, que levou Suzana ao colégio de João Felipe, conta que durante trajeto até o hotel, onde a manicure mataria o menino, ela foi brincando de fazer cócegas.

Um menino de seis anos é tirado da escola por uma amiga da família e logo depois assassinado. A polícia investiga se a assassina também pretendia matar a mãe do menino.

“Eu quis agilizar as coisas, entendeu? Na maior das intenções. Na boa intenção”, declara a funcionária do colégio Nossa Senhora Medianeira.

(Veja vídeo: Imagens mostram momento em que manicure chega com criança a hotel)

A funcionária que aparece no vídeo é a que autorizou o menino João Felipe a sair mais cedo do colégio Nossa Senhora Medianeira, em Barra do Piraí, estado do Rio.

A funcionária, que não quer ser identificada, recebeu um telefonema às 14h30.

Ela conta com exclusividade o que ouviu da mulher que se apresentou como Aline Bichara, a mãe do menino: "Ele estuda no primeiro ano com a professora Ana Beatriz, e eu cheguei em casa agora, eu vi que a babá mandou a criança par o colégio", diz.

Na verdade, a mulher era a manicure Suzana do Carmo de Oliveira. “A Suzana era amiga da família e sabia de toda a rotina da família, inclusive do colégio. Ela conseguiu quebrar a segurança alegando que o garoto estava lá por engano”, diz o delegado.

"Ele tem médico às 15 horas e eu vou mandar alguém ir aí buscar", diz a funcionária.

Duas horas depois do telefonema, Suzana mataria João Felipe.

“Eu nunca ia imaginar que iria acontecer isso”, declara a funcionária.
Quando ela ligou para o colégio, a cena do crime já estava escolhida: um quarto de um hotel no centro da cidade.
Depois de se registrar no hotel, Suzana saiu e pegou um táxi para ir ao colégio, que fica perto.

“Estava de cabelo escovado, estava maquiada, estava com uma bolsa bonita, de óculos escuro. Ela falou que ia pegar uma criança de nome João, que a criança ia passar a tarde com ela porque a mãe do João, que no caso seria colega dela, tinha compromisso na parte da tarde”, conta o taxista Raphael.

“O táxi está se aproximando da escola, ela pega o telefone celular dela e simula estar falando. O táxi para na porta da escola e ela vira para o taxista, fala assim: ‘Eu estou no telefone, pega ali o João Felipe para mim, ele já está aguardando’”, conta o delegado.

O taxista então buscou o menino. “Eu botei a mochila dele na frente, ele entrou pelo carona e cumprimentou ela, normal”, declara o taxista.

Suzana tinha conhecido a família há três anos. Fazia as unhas da mãe de João Felipe, de quem acabou ficando amiga. Por isso, o menino não estranhou a mudança na rotina.

“Ela pediu para ir para o hotel. E atrás, com ele brincando, com ele normal. Estava fazendo cosquinha na barriga dele, ele rindo com ela. Quando chegou no hotel, a única coisa que ela falou, quando ela desembarcou do carro, ela falou para ele: ‘Daqui a pouco sua mãe vem te buscar’. Mais nada. Mas ele não fez pergunta nenhuma”, conta o taxista.

Imagens mostram o momento em que Suzana chega com a criança. Segundo a polícia, dentro do quarto ela usou uma toalha para asfixiar João Felipe. Uma hora e meia depois de ter entrado com ele no hotel, ela sai com o corpo no colo. E pega um táxi.

“Eu cheguei na porta do hotel. Ela já estava esperando na calçada, junto com o recepcionista. E ela com a criança no colo, deitada com pano meio que amarelado, todo tapado o garoto”, declara o taxista Eneas Marcolino.

O taxista Eneas deixou Suzana em casa, que fica numa vila no centro da cidade. Foi lá que ela colocou o corpo dentro de uma mala.

A mãe foi buscar o filho, como todos os dias, às 17h. Quando a funcionária viu a Aline no portão, ficou surpresa e quis saber por que ela tinha voltado, se a criança já tinha sido entregue. Muito assustada, a partir daí a mãe deu o alerta. A família, o colégio e praticamente toda a cidade começaram a busca pela criança.

A notícia chegou aos mesmos motoristas que levaram Suzana e o menino. Eneas deu o endereço dela à Polícia Militar.

Raphael, que tinha os números de Suzana no celular, conseguiu marcar um encontro com a manicure.
“Ela estava em pé. Ela não queria entrar. Eu falei: entra aqui que a gente só vai conversar.Eela falou: ‘Tá bom, vou confiar em você’. Foi na hora que ela entrou, eu travei a porta e fui embora. Ela muito nervosa. 'Me solta, me solta, você está me levando para a polícia!' E tal”, conta o taxista Raphael.
Raphael entregou Suzana à polícia. E o corpo foi encontrado na casa dela.

“Eu não queria fazer isso com a criança. Eu ia dar um susto. Só que acabou, as coisas acabaram acontecendo desse jeito. Eu tinha os motivos. Eu já falei para eles o motivo que eu tinha”, declara Suzana.

Suzana não quis depor na delegacia. Mas informalmente deu várias versões para explicar o crime.
“Uma das versões apresentadas por ela é que o marido da Aline estaria dando em cima dela, e ela não queria nada com ele. Depois ela conta uma outra versão, de um relacionamento antigo, de cerca de um ano e meio”, diz o delegado.

O pai de João Felipe deve depoimento nesta semana. Já Aline Bichara contou à polícia que vinha sendo procurada por Suzana para que viajassem juntas, o que não aconteceu.

“Então ela foi para o plano B. Então ela investiu contra a criança. Só se mata uma criança ou por vingança, por qualquer tipo de ira, né?”, diz o delegado.

Coincidências ligam este crime a dois outros. Para matar Taninha em 1960, Neyde Maria Lopes fingiu ser a mãe da criança para pedir que a menina saísse mais cedo da escola.

Neyde, que ficou conhecida como Fera da Penha, bairro do Rio onde aconteceu o caso, tinha a mesma idade de Suzana quando cometeu o crime: 22 anos.

Em 2011, Luciene Reis Santana matou uma menina de seis anos, mesma idade de João Felipe. O crime também foi cometido num quarto de hotel, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

As duas mulheres tinham sido amantes dos pais das vítimas.

João Felipe tinha entrado no colégio Medianeira em fevereiro. E junto com outras 27 crianças cursava o primeiro ano, estava no início da alfabetização. Segundo os professores, era uma criança alegre e inteligente, era um dos primeiros a terminar as tarefas em sala de aula. Agora, o desafio dos funcionários e dos quase 600 alunos do colégio é tentar retomar a rotina a partir de amanhã.

“Tomaram-se algumas medidas. Houve instalação de monitoramento de câmeras, na entrada, externa, interna, nos corredores. Vai ser feito um trabalho com os pais, vai ser feito uma reunião com os pais, assim na retomada das aulas, na segunda-feira”, declara a advogada da escola, Tânia Maria.

Os alunos terão ajuda de um psicólogo e de um padre. E a turma de João Felipe vai estudar numa nova sala.

“Isso, de certa forma, que sirva de exemplo para criar normas rígidas de conferência. Ah, a mãe ligou... Ah, não pede telefone a quem ligou, não. Vai ligar para os telefones que tiver constando na ficha. Se não atender, nada feito”, diz o delegado.

Site do fantastico

domingo, 3 de março de 2013

Homem mata ex-sogra, ex-cunhada, o filho dela e atira na ex-mulher no RJ


Homem mata três pessoas da mesma família em Macabu, RJ
Ex-sogra, ex-cunhada e filho dela morreram após o ataque à casa da família.
Ex-esposa do suspeito também foi ferida e está em estado grave.

Cátia, Marcello e Simone foram baleados durante
o crime em Conceição de Macabu
Três pessoas da mesma família foram assassinadas em uma casa em Conceição de Macabu, no Norte Fluminense. Uma quarta pessoa também foi ferida, mas sobreviveu e está em estado grave. O principal suspeito dos crimes é o ex-marido de uma das vítimas e, segundo a polícia, teria cometido o crime por vingança. O ataque aconteceu na noite de sábado (2), por volta das 20h30. As vítimas fatais são  a ex-sogra, a ex-cunhada e o filho dela. A ex-esposa dele levou um tiro na cabeça e está internada.

O crime foi na Rua Jorge Sardinha, no bairro Vila Nova. Segundo informações da Polícia Militar, Amariza Alves dos Santos de Moraes, 59 anos, Simone dos Santos, 39 anos e Marcelo Santos da Silva, 17 anos, morreram na hora. Cátia dos Santos, 35 anos, que era ex-esposa do suspeito, teria levado um tiro na cabeça e está internada em estado gravíssimo na Unidade de Pacientes Graves (UPG) do Hospital Ferreira Machado (HFM) em Campos dos Goytacazes.

Fábrica de gelo foi interditada em Conceição de
Macabu, RJ (Foto: Luan Santos/ Arquivo Pessoal)
No momento do crime duas crianças estariam dentro da casa e teriam se escondido, uma delas seria filho do suspeito. Ainda segundo a Polícia Militar, testemunhas confirmaram ter visto Cristiano Maurício de Castro, 35 anos, cometido o crime. Ele é considerado suspeito pela polícia e está sendo procurado.
Ainda de acordo com a PM, o homem seria o dono de um estabelecimento comercial que foi interditado no último dia 19 de fevereiro por suspeita de vender água mineral adulterada. Desde então, a esposa teria se separado dele e ido morar na casa da mãe, onde o crime ocorreu.
Os corpos das três vítimas foram velados na 4ª Igreja Batista de Conceição de Macabu e o enterro aconteceu às 16h deste domingo (3).

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Mãe e filho encontrados mortos em apartamento de Linhares


Vítimas foram encontradas pelo pai, mortas a facadas, em Linhares.
Suspeita é que mãe tenha matado filho, mas polícia vai investigar o caso.



Mãe mata filho com facada e comete suicídio, em apartamento no centro de Linhares
O crime aconteceu no final da manhã desta segunda-feira. As vítimas foram identificadas como Aracy Fernandes Ceolin, de 66 anos, e Sérgio Ceolin Filho, 34

O apartamento onde ocorreu o crime fica no centro
da cidade, atrás do Batalhão do Corpo de Bombeiros
Uma tragédia dentro da família Ceolin, uma das mais tradicionais de Linhares, abalou os moradores da cidade, no final da manhã desta segunda-feira (21). A dona de casa Aracy Fernandes Ceolin, 66 anos, matou o próprio filho, Sérgio Ceolin Filho, 33 - que tinha problemas mentais -, enquanto ele dormia. Em seguida, ela suicidou-se com uma facada no coração. O crime aconteceu no apartamento deles, em uma área movimentada do centro de Linhares.

O chefe do Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) de Linhares, delegado Fabrício Lucindo, disse que o dia começou de forma rotineira para a família, nesta segunda. Aracy teria aberto a porta do apartamento para a empregada, por volta das 7h30. O marido dela saiu para trabalhar por volta do mesmo horário. Ela ficou em companhia da doméstica até às 9h, quando foi para o quarto para dar alguns medicamentos para o filho.

“A mãe foi para o quarto e cortou a garganta do filho com uma faca. Ela deixou a arma de lado. Ele deve ter morrido instantaneamente. Depois, ela enfiou outro punhal, de cerca de 25 centímetros, no próprio peito, direto no coração. Ela conseguiu dar uns três ou quatro passos e caiu, provavelmente já morta”, explicou Fabrício Lucindo. “A empregada não escutou nada e nem percebeu nada de estranho”, completou.

Os corpos da mulher e do filho só foram encontrados pelo marido dela, o empresário Sérgio Ceolin, quando ele chegou em casa para almoçar, por volta das 11h30. De acordo com Lucindo, o corpo do filho estava sobre a cama, com a garganta cortada. A mãe estava estirada no chão, atrás da porta do quarto, ainda com o punhal cravado no coração.

A movimentação dos agentes das polícias Civil e Militar mudou a rotina no centro de Linhares. A Rua Governador Lindenberg, onde ocorreu o crime, teve de ser interditada por cerca de uma hora. Dezenas de pessoas aglomeraram-se em frente ao prédio para acompanhar os trabalhos.

Após realização da perícia no local, os corpos foram recolhidos e levados para o Serviço Médico Legal (SML) de Linhares, onde foram submetidos à necrópsia e liberados ainda na tarde de hoje. De acordo com Fabrício Lucindo, a investigação vai ouvir o marido de Aracy, Sérgio Ceolin, a empregada doméstica e o psiquiatra de Aracy - já que ela sofria de uma forma séria de depressão. “O inquérito deve ser concluído em 30 dias”, disse.

Os corpos de mãe e filho estão sendo velados na Capela Mortuária da Igrejinha Velha, no centro de Linhares. O enterro está marcado para acontecer na manhã desta terça-feira (22), no Cemitério Nossa Senhora da Conceição, também na região central.

Segundo o chefe de departamento de polícia judiciária de Linhares, Fabrício Lucindo, o corpo do filho foi encontrado em cima de uma cama e a mãe estava caída atrás da porta do quarto. O pai  ficou sabendo da situação quando chegava em casa para almoçar, por volta de 11h30.

"Havia duas facas na cena do crime, uma próxima à vítima do sexo masculino e outra cravada no peito da vítima do sexo feminino. Os parentes nos passaram a informação de que a mãe tinha sérios problemas de depressão e que o filho tinha problema de retardamento mental", disse Lucindo.

Outro crime
A polícia informou que a família já esteve envolvida em outro crime, há 10 anos. O marido da vítima matou um primo a tiros, também em Linhares. O homicídio ocorreu dentro do elevador do prédio onde eles residiam.

Samira Ferreira
Fonte: A Gazeta/ G1

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Adolescente mata turista na frente da esposa em Praia Grande


Adolescente mata turista na frente da esposa em Praia Grande
Empresário estava também com a enteada e com uma prima.
Garota anunciou o assalto e atirou na frente do rapaz de 29 anos.
Vítima estava acompanhada da esposa, a enteada de 8 anos e uma prima (Foto: Luiz Linna/TV Tribuna)

Um turista de São Paulo morreu depois de ser baleado por uma menina durante um assalto na noite deste domingo (6) em Praia Grande, no litoral de São Paulo. O empresário estava em um carro com a esposa, a enteada de oito anos e uma prima. Segundo a polícia, a garota que atirou contra o rapaz tem 14 anos.

Rafael Abbatipietro Nunes Rosa, de 29 anos, estava parado no trânsito na Avenida Marginal da Via Expressa Sul quando pediu informação para um homem sobre como chegar a via principal. De acordo com o boletim de ocorrência, o mesmo homem teria voltado minutos depois, acompanhado da jovem que, segundo testemunhas, teria anunciado o assalto. Inicialmente a polícia divulgou que a jovem teria 15 anos.

De acordo com as vítimas, a assaltante queria a corrente de ouro e o relógio do turista, que segurou a mão dela e pediu que não levasse nada. A jovem acabou se irritando e deu um tiro no peito do turista. A criminosa não conseguiu levar nenhum pertence da vítima, e até o momento, não foi encontrada pela polícia.

A vítima ainda conseguiu sair do carro e correu atrás da menina, mas não aguentou e caiu na avenida. A esposa do turista levou o empresário baleado até o pronto-socorro Central, onde o turista chegou ainda com vida, mas não resistiu ao ferimento e morreu.

G1

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Ciúmes. Cabeleireira é assassinada com facada no peito em Vila Velha


Priscila Alves Campos, 26 anos, foi morta por Cristina Rocha Ferreira, 25 anos, que teria se insinuado para o namorado da vítima

Priscila Alves Campos, 26 anos,
foi morta na madrugada desta terça-feira (01),
durante uma festa de réveillon no Lava à Jato
Esponjão, no bairro Ibes, em Vila Velha
A empresária e cabeleireira, Priscila Alves Campos, 26 anos, foi morta na madrugada desta terça-feira (1º), durante uma festa de réveillon no Lava à Jato Esponjão, localizado na Rua Jonas Rebouças, próximo à pracinha do bairro Ibes, em Vila Velha.

De acordo com relato de testemunhas, Priscila e o namorado, que é policial militar do 1º Batalhão, em Vitória e não quis se identificar nem comentar o caso, estavam em casa e resolveram ir até o local da festa encontrar amigos.

Lá uma outra mulher, identificada como Cristina Rocha Ferreira, 25 anos, teria se insinuado para o namorado de Priscila, que não gostou da situação e reclamou. A reclamação gerou uma discussão entre as duas mulheres, que acabaram brigando.

Durante a briga Cristina teria ameaçado Priscila com um pedaço de garrafa de cerveja que havia quebrado, mas foi controlada pelos presentes, que separaram as duas mulheres. Só que a discussão continuou e, irritada com a situação, Cristina voltou a ameaçar Priscila. Vendo a oportunidade, a acusada teria pego uma faca e se aproximado da vítima, desferindo um golpe no peito.

Desesperados, amigos e o namorado de Priscila a socorreram e encaminharam para o Pronto Atendimento da Glória, onde chegou sem vida. Logo após o crime, um irmão de Cristina, identificado como Wellington Rocha Ferreira, 22 anos, teria dado fuga à irmã, levando-a, de carro, até a Avenida Lindenbreg, onde teria desembarcado e seguido para destino ignorado, segundo Wellinton.

Fonte: A Gazeta

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Rapaz com problema de dicção mata rival que o chamou de Pato Donald

Rapaz com problema de dicção mata rival que o chamou de Pato Donald

Ismael dos Santos, de 27 anos, não aguentou ser motivo de chacota e matou Jonas Melo Padilha, de 20 anos. O crime aconteceu na noite de 29 de julho, no Jardim Libanópolis, em São José dos Pinhais. Ismael foi preso nas últimas horas por policiais da delegacia local.

Policiais da Divisão Policial Metropolitana cumpriram um mandato de prisão preventiva contra Esmael dos Santos, de 27 anos. Ele é acusado da morte de um jovem ocorrida no último dia 29 de julho na cidade da região metropolitana. O motivo seria o fato da vítima, Jonas Padilha, ter apelidado o autor do crime de "Pato Donald ".

Para o delegado titular da Delegacia de São José dos Pinhais, Gil Tesseroli, a operação foi bem sucedida e a época em que foi realizada ajuda a combater crimes contra o patrimônio.

Fora o trabalho da Operação Cinturão 4, os policiais de São José dos Pinhais também prenderam no último dia 23 de novembro, Willian de Araujo. Ele é suspeito de ser um dos autores da morte Tiago Batista, de 26 anos, crime que ocorreu no bairro Afonso Pena no dia 22 de novembro.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Menino de 5 anos vê pai matar a mãe a facadas em Luziânia e pede ajuda em creche


Menino de 5 anos testemunha pai matar mãe a facadas, em Luziânia, GO
Crime aconteceu esta semana no Distrito do Jardim Ingá, Entorno do DF. 
Mulher de 29 anos foi morta com golpes de faca no abdômen e no tórax. 

Um homem de 31 anos assassinou a própria esposa, de 29 anos, com golpes de faca no abdômen e no tórax, nesta semana, no Distrito do Jardim Ingá, em Luziânia, no Entorno do Distrito Federal. De acordo com a Polícia Militar (PM), o filho do casal de apenas 5 anos testemunhou o crime. Assustado, ele correu até uma creche para pedir ajuda aos funcionários.

Segundo o sargento da PM Marilson José Lobo de Almeida, o suspeito do assassinato ficou ferido e foi encaminhado para um hospital de Brasília. Após receber os cuidados médicos, ele será ouvido na Polícia Civil. “O caso está praticamente resolvido. Tudo indica que foi um crime passional, porém, vamos apresentar o caso para o delegado plantonista, que entrará em contato com o suspeito para dar desfecho nessa situação”, explica o militar.

Enquanto ao filho do casal, o Conselho Tutelar de Luziânia está tentando localizar algum familiar para ficar com a guarda provisória dele até que o caso seja julgado.

Fonte: G1

sábado, 1 de dezembro de 2012

Vídeo mostra professor universitário de 46 anos sendo morto em Goiânia


Polícia divulga vídeo do assassinato de professor universitário em Goiânia
Suspeitos do homicídio foram apresentados à imprensa neste sábado (1º).
Vítima foi morta por não ter atendido comando de assalto, diz delegado.

Um professor universitário de 46 anos foi assassinato a poucos metros de casa há uma semana, no Jardim Atlântico, região sudoeste da capital. A polícia prendeu os suspeitos e acredita ter desvendado o homicídio. Os policiais divulgaram neste sábado (1º) as imagens da câmera de segurança da residência da vítima, que ajudaram a identificar os suspeitos.

As imagens mostram o professor saindo da garagem da casa dele (veja vídeo abaixo), quando um carro passa e para. Tudo é muito rápido. O professor parece perceber e arranca. No canto do vídeo, do lado esquerdo, é possível ver um rapaz correndo. Ele dispara dois tiros. Um deles acerta o professor, que continua dirigindo até bater em uma árvore perto da casa dele. A mulher do professor, que teria ouvido os tiros, sai à porta de casa e tenta falar pelo telefone com o marido. Desesperada, ela corre.

O suspeito de ter atirado no professor é um jovem de 18 anos. O delegado mostra a roupa e o revólver calibre 32, usados no dia do crime. O suspeito de ter atirado e outros quatro suspeitos estão presos na carceragem da Delegacia de Homicídios.

Com eles, a polícia apreendeu o carro usado no crime – um Volkswagen Gol com placas de Goiânia – aparelhos de TV, som e uma caixa de semijoias. De acordo com a investigação os cinco suspeitos presos formam uma quadrilha de assalto a casas de alto padrão.

O delegado de Homicídios, Maurício Massanobu, que investiga o caso descartou a possibilidade de crime de execução. Para ele, a quadrilha queria apenas roubar a casa do professor. "Eles queriam entrar na residência e retirar tudo o que tinha de valor de lá dentro. Eles atiraram na vítima pelo simples fato de ela não ter atendido o comando de roubo deles", relata.

Segundo o delegado, os suspeitos também teriam roubado duas casas no Setor Jaó. Uma delas no mesmo dia da morte do professor.

G1

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

População destrói casa de adolescente que assumiu morte de menina


População invade casa de suspeito e destrói móveis em Bom Sucesso, MG
Revolta só foi contida com a chegada de reforço da PM e da Polícia Civil.
Menor de 17 anos confessou o crime; ele matou e foi namorar.

Moradores de Bom Sucesso (MG) invadiram na noite desta quinta-feira (29) a casa do adolescente de 17 anos que confessou ter matado a menina Camila Graziele dos Santos Vitoriano, de 5 anos. Segundo informações da Polícia Militar, um grupo de moradores arrombou a casa e quebrou o portão e janelas da residência. Vários eletrodomésticos foram destruídos. Pedras e pedaços de madeira foram jogados e parte do telhado foi quebrado.

Entre os manifestantes estavam crianças e mulheres. A revolta só foi controlada depois da chegada do reforço da Polícia Militar e da Polícia Civil. A família do suspeito, vizinha dos pais da criança, foi orientada pela polícia a sair da cidade por medida de segurança. Um caminhão levou a mudança da família na manhã desta sexta-feira (30).

Na tarde desta quinta-feira, a Polícia Civil fez a reconstituição do crime com a participação do adolescente sob forte esquema de segurança. Centenas de populares saíram às ruas para acompanhar a movimentação e protestar.
População invadiu e destruiu móveis de casa nesta quinta-feira. (Foto: Samantha Silva / G1)

Matou e foi namorar

Segundo a Polícia Civil, o adolescente de 17 anos que confessou ter matado a menina Camila foi namorar depois de abusar, matar e colocar o corpo da criança às margens de um córrego em Bom Sucesso (MG). Segundo o delegado Emílio de Oliveira e Silva, o menor entregou a faca usada no crime, deu todos os detalhes de como tudo ocorreu e não demonstrou nenhum arrependimento.

"Ele não só confessou, como descreveu detalhadamente como ele cometeu o crime, como ele a matou, como ele escondeu o corpo da menina. Ele relatou os fatos com clareza", disse o delegado.
Imagem divulgada pela polícia mostra reconstituição da morte de Camila. (Foto: Polícia Militar)

Conforme o delegado, a menina Camila era colega de um sobrinho do adolescente, que morava a apenas 20 metros da casa dela. No dia em que a criança saiu de casa e foi chamar o colega para brincar, foi recebida pelo menor, que estava sozinho em casa. Ele então a levou para dentro da residência e a atacou. No momento em que ele tentava abusar dela, a menina gritou e ele usou um pedaço de madeira para agredí-la. Desacordada, a menina foi molestada. Os exames da perícia constataram que foi encontrado esperma no corpo da criança. No entanto, não houve penetração.
Polícia investiga morte de menina em Bom
Sucesso. (Foto: Reprodução EPTV)

Ainda segundo o delegado, conforme o relato do menor, após o abuso, ele decidiu matá-la com medo de que fosse denunciado. "Ele lavou o local da casa onde ele cometeu o crime com água e sabão, colocou o corpo em um saco e o levou para as margens do córrego. Depois disso voltou para casa e à noite saiu para namorar", disse o delegado.

Durante a coletiva, o delegado ressaltou que o adolescente é uma pessoa fria, que não demonstrou nenhum tipo de arrependimento. "Trata-se de uma pessoa calma, tranquila, que chega até a ser fria em alguns momentos". Ainda conforme a polícia, a princípio, a família do menor não teria conhecimento do crime e também não desconfiou de nada.
O adolescente ficará à disposição da Justiça. Por motivo de segurança, o local para onde ele foi levado não será divulgado.

Reconstituição
Uma multidão se reuniu nas ruas de Bom Sucesso na tarde desta quinta-feira (29) para a acompanhar a reconstiuição da morte da menina Camila Graziele dos Santos Vitoriano, de 5 anos. Cerca de 100 pessoas foram até o local da reconstituição, que começou pela casa do suspeito do crime, um adolescente de 17 anos, que era vizinho da menina. Camila foi assassinada com 12 facadas no mês de outubro.

Segundo o pai da menina, Vânder Ferreira Vitoriano, o adolescente frequentava a casa da família. "Ele frequentava nossa casa e inclusive quando a Camila sumiu, a mãe dele esteve lá rezando junto conosco. Eu quero justiça. Eu nem sei o que é isso (o adolescente)", disse o pai da menina se referindo ao suspeito que foi preso.
Multidão acompanha reconstituição de morte de menina em Bom Sucesso. (Foto: Samantha Silva / G1)

Por volta de 15h30, o suspeito chegou até à casa dele para a reconstituição. Dentro de um carro da Polícia Civil, o suspeito quase não foi visto. Mesmo assim, a população se revoltou aos gritos de "assassino" quando o veículo passou pelo local. Depois de ir à casa, o suspeito foi levado pela polícia até o córrego onde o corpo da menina foi abandonado. Jornalistas e populares foram impedidos de acompanhar a reconstituição de perto e por isso, muita gente se aglomerou em cima de um morro para acompanhar a movimentação de longe.
Policiais fazem reconstituição de crime em córrego onde corpo foi encontrado. (Foto: Samantha Silva / G1)

O crime
Segundo a Polícia Civil, o adolescente matou a criança para evitar que ela o denunciasse por estupro. Ele era vizinho da garota e já estava sendo investigado por ter sido visto com ela antes do desaparecimento, que aconteceu no dia 16 de outubro.

A confirmação de que o rapaz é o responsável pela morte da garota se deu a partir dos resultados dos exames de DNA feitos com materiais colhidos do corpo da criança e comparados com a saliva do suspeito.
Diante das provas, o menor confessou o crime e contou que agiu sozinho, isentando a mulher que estava presa desde a data do crime e que teria sido vista com Camila. Ela foi liberada logo após ficar claro que ela não tinha relação nenhuma com o crime. O namorado dela, que à época havia sido detido, também não teve envolvimento com o crime.

O caso
A menina Camila Graziele Santos Vitoriano, desapareceu no dia 16 de outubro, na porta de casa, em Bom Sucesso (MG) e foi encontrada dias depois por um tio e dois moradores que faziam buscas na região.
Ela estava dentro de um saco à beira de um córrego próximo da casa da família. As roupas que a menina usava quando desapareceu estavam dentro de uma sacola junto à vítima. A polícia acreditava que o corpo tenha sido colocado perto do córrego há poucos dias, já que a área foi uma das primeiras onde os moradores realizaram buscas.

O laudo sobre a morte de Camila afirma que ela teve hemorragia interna, traumatismo craniano e 12 perfurações feitas com faca. Até então, a polícia suspeitava que a menina havia sido sequestrada. As hipóteses mais prováveis eram de tráfico de crianças, transplante de órgãos, trabalho escravo ou adoção ilegal.

Corpo de criança foi encontrado dentro de um saco em Bom Sucesso. (Foto: Reprodução EPTV / Devanir Gino)

Moradores da pequena cidade de pouco mais de 17 mil habitantes se mobilizaram espalhando cartazes com a foto da menina pelo comércio da cidade e nas redes sociais. Apesar da suspeita de que a menina tivesse sido sequestrada, a polícia concentrava as buscas pela zona rural do município.

O corpo da menina foi enterrado no dia 23 de outubro, em Bom Sucesso. Centenas de pessoas com faixas e camisetas seguiram em cortejo pedindo por justiça pela morte da garota.

(g1)

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Casal de idosos é morto a pauladas no interior de Cachoeiro de Itapemirim


Casal de idosos é morto a pauladas no interior de Cachoeiro
Moradores do distrito de Burarama, estão assustados com a onda de violência na região. Quatro pessoas foram assassinadas em pouco mais de três meses

Moradores do distrito de Burarama, em Cachoeiro de
 Itapemirim, estão assustados com a onda de violência na região
Um casal de idosos foi assassinado a pauladas na madrugada desta segunda (12). Segundo moradores, o engenheiro aposentado e a psicóloga eram de Minas Gerais, mas mudaram para o distrito há pouco tempo, em busca de tranquilidade. A empregada da família chegou para trabalhar e encontrou os corpos.

Um homem já foi detido, acusado de envolvimento no crime. Ele foi localizado em Jerônimo Monteiro, com o carro, dinheiro e outros pertences das vítimas. Diante da situação, a polícia acredita que tenha sido latrocínio, roubo seguido de morte. As buscas continuam para identificar se mais pessoas estão envolvidas no caso.

Em Burarama, quatro pessoas foram assassinadas em pouco mais de três meses. No dia 6 de agosto, o lavrador José Geraldo Pimenta, de 51 anos, foi morto a coronhadas. Segundo informações, a vítima havia vendido várias sacas de café e todo dinheiro estava dentro de casa. O criminoso levou a quantia, documentos e cartões.

Já em setembro, a dona de casa, Neuza Maria da Silva, de 40 anos, foi morta com vários tiros de espingarda.

Fonte: Pollyanna Patrício

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Polícia diz ter provas da morte de Eliza: bebê, sangue e Bola


Inquérito sobre o sumiço e suposta morte da jovem foi concluído na quinta.
Delegado relatou três provas de que ela foi assassinada.

Do G1, em São Paulo

 As buscas pelo corpo de Eliza Samudio continuam, apesar do encerramento das investigações sobre o desaparecimento e suposta morte da jovem. A informação foi dada pelo delegado Edson Moreira, presidente do inquérito sobre o caso, em entrevista, nesta sexta-feira (30), no Departamento de Investigações (DI), em Belo Horizonte.
O inquérito foi encerrado na quinta-feira (29) e entregue à Justiça nesta sexta. Mesmo sem a polícia ter encontrado vestígios do corpo de Eliza, nove pessoas foram indiciadas por suspeita de envolvimento na morte da jovem. Todos negam participação no crime.
De acordo com relatório divulgado pela polícia, há três provas de que a jovem foi morta. São elas:
1 - o sangue dela encontrado em um dos carros de goleiro;
2 - o resgate do filho de Eliza (que foi encontrado na casa de uma mulher desconhecida, em Ribeirão das Neves, em Minas Gerais); e
3 - a contratação do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, que, seguindo a polícia, também conhecido como Bola, Paulista, Neném e Russo.
Leia aqui o relatório que a Polícia Civil divulgou: página 1página 2 e página 3
Durante a entrevista coletiva, no DI, Moreira citou outras provas que, segundo ele, mostram que houve homicídio e ocultação de cadáver.
Eliza está desaparecida desde o início de junho. Ela teve um relacionamento com o goleiro Bruno de Souza, e tentava provar, na Justiça, que teve um filho do atleta. Moreira disse que a gravidez "despertou a ira de Bruno" e que ele e os amigos planejaram o assassinato da jovem. A criança tem, hoje, cinco meses de idade, e está com a mãe de Eliza, em Mato Grosso do Sul.
'Garantias'Para Moreira, o filho de Eliza não seria abandonado porque ele seria fundamental para ela obter o dinheiro que vinha pedindo ao goleiro Bruno. "Ela não deixaria o filho na mão de terceiros, pois a criança seria a garantia de uma pensão alimentícia razoável e duradoura, que asseguraria seu futuro e da própria criança pelos próximos 18 anos, em uma situação tranquila financeiramente, além de probabilidade de participação de programas de TV mediante pagamento de cachês", disse o delegado.
No relatório, a polícia ressalta que, depois que tiraram o bebê da mãe, os amigos de Bruno passaram a chamá-lo com outro nome "na tentativa de apagar quaisquer vínculos de relação com Eliza".
O texto da polícia ainda destaca a contratação de Bola, "um homem com vivência policial preventiva e investigativa, dtoado de conhecimentos de técnicas de combates urbanos e nas selvas, com domínio e manuseio de materiais explosivos". "Claro que tendo uma pessoa experiente, que conhece e sabe como matar e sumir com um corpo, vai ser difícil achar esse corpo. Por isso que optamos pela materialidade indireta, que é importante", falou Moreira.
Crime premeditadoMoreira acredita que o crime foi premeditado e que o goleiro Bruno usou o período de folga,durante a Copa do Mundo, para executar o plano.
As investigações se basearam no primeiro depoimento dado por um adolescente que foi detido na casa de Bruno, no Rio de Janeiro. Depois, o menor mudou suas versões e chegou a desmentir toda a história, de acordo com o advogado dele, Eliézer Jônatas de Almeida Lima.
O delegado disse que o adolescente "ainda é o único que esteve presente no início ao fim do caso". "A polícia calçou cientificamente o depoimento do menor. As provas científicas que temos, o GPS, o sangue dele e da Eliza [em um carro de Bruno] e a descrição do Bola, que tem uma falha na arcada dentária superior. Por último, a descrição da morte de Eliza, por asfixia”, disse Moreira.
O pai de Eliza Samudio, Luiz Carlos Samudio, foi até o Departamento de Investigações, nesta tarde. Ele chorou durante a entrevista do delegado. "Não vou descansar enquanto não encontrar Eliza. Essa é a próxima etapa", disse ele, ao deixar o prédio. O advogado Sérgio Barros da Silva, que defende Luiz Carlos, disse que o cliente ficou "feliz com o trabalho da polícia".
HistóricoNa entrevista desta tarde, Moreira disse que, durante 40 dias, trabalharam no inquérito cinco delegados, 20 agentes e dez peritos. Ele apresentou uma linha do tempo sobre o suposto sequestro e a possível morte de Eliza Samudio.
O relato começou com o inquérito sobre a suposta agressão sofrida por Eliza, no ano passado. Ela procurou a polícia, no Rio de Janeiro, e afirmou que foi obrigada a tomar substâncias abortivas. Exames feitos pela polícia fluminense foram considerados inconclusivos.
De acordo com Moreira, em maio, o menor e Luiz Henrique Ferreira Romão, amigo de Bruno conhecido como Macarrão atraíram Eliza para o Rio de Janeiro prometendo que iriam acertar o valor da pensão e que Bruno ainda daria um apartamento para ela, em Belo Horizonte, para que o filho fosse criado perto da família do goleiro.
InquéritoO inquérito tem oito volumes, com cerca de 1.600 páginas e três anexos. O goleiro Bruno de Souza, Luiz Henrique Ferreira Romão (Macarrão), Flávio Caetano de Araújo; Wemerson Marques de Souza, Dayanne Souza (mulher de Bruno), Elenilson Vitor da Silva, Sérgio Rosa Sales (primo do atleta) e Fernanda Gomes de Castro (amante do goleiro) foram indiciados por homicídio, sequestro e cárcere privado, ocultação de cadáver, formação de quadrilha e corrupção de menores.
O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos foi indiciado por homicídio qualificado, formação de quadrilha e ocultação de cadáver.
De todos os indiciados, Fernanda é a única que está em liberdade. A polícia informou, nesta sexta, que pediu a prisão preventiva dela.
A prisão temporária dos outros suspeitos foi decretada no início de julho. Todos estão presos na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Também nesta sexta, a polícia pediu a prisão preventiva dos oito suspeitos, com o objetivo de prorrogar a permanência deles na cadeia.
*(Com informações da Globominas.com)