A traição não é uma atitude que se possa chamar de moderna. Sempre existiu. Homens e mulheres, de uma forma ou de outra, nunca estiveram livres do "pecado" do adultério. É fato que, em nossa sociedade, a tolerância com a infidelidade masculina sempre foi maior do que com a das mulheres. Com a revolução feminista, no entanto, o sexo dito "frágil" passou a se preocupar menos com a dissimulação de seus atos, e, mais abertamente, a assumir que também está sujeita a dar as suas "puladinhas de cerca".
Mas, afinal, por que as pessoas traem?
Segundo a psicoterapeuta Olga Inês Tessari, são vários os fatores que levam à traição: questões culturais, carências, insatisfação em relação a desejos e expectativas com o (a) parceiro (a), vingança, a busca pelo novo, o estímulo provocado pela sensação de perigo, ou mesmo de poder. "A idéia de posse existe em quase todas as relações estáveis e as cobranças de fidelidade são normais e aceitas pela sociedade."
A falta de diálogo entre o casal é outro motivo relevante. "Essa comunicação é transferida para outra pessoa. Opta-se, neste caso, por uma saída aparentemente mais fácil. Por vários motivos, é excluída a possibilidade de aceitar o outro como ele é. Ao invés de tentar crescer com seu parceiro, algumas pessoas passam a acreditar que só terão alegrias, emoções e crescimento fora do casamento", declara Olga.
Relações monótonas, que caem na rotina, também são convites ao adultério.
"Qual ser humano consegue viver sem emoção?", pergunta a especialista em dificuldades nos relacionamentos. Em situações como essa, as pessoas costumam se acomodar. Esse conformismo, segundo Olga, "gera pessoas insatisfeitas, ressentidas, e arrependidas do que nunca fizeram..." Está aí aberta uma porta para a traição. "Mais dia menos dia, elas podem ser levadas a buscar, em outra pessoa, aquilo que ficou reprimido, por muito tempo, no relacionamento que está vivendo."
O terapeuta sexual Oswaldo Rodrigues Jr., acredita que, em muitos casos, a infidelidade pode causar sofrimento. Além das pessoas que traem "porque desejam, racional e voluntariamente, ter relacionamentos sexuais e afetivos variados", existem aquelas que são infiéis "porque repetem, involuntariamente, padrões culturais e socialmente impostos, de que as pessoas têm que ter relacionamentos múltiplos", esclarece. Segundo o terapeuta sexual, há ainda as que "mentem e sabem que não estão seguindo os compromissos de modo sincero, mas o fazem para burlar regras e brigar com o que aprendeu".
Existe uma crença de que os homens traem mais do que as mulheres. Será?
Oswaldo Rodrigues acredita que, embora isso seja uma tendência (os homens aprendem, desde pequenos, que podem ter mais de um relacionamento, e sentem-se, por isso, apoiados na verdade), não existem pesquisas confiáveis sobre números de traições. "O discurso social é exagerado", afirma o terapeuta. Por quê? Os homens, geralmente, falam demais, no intuito de "validar sua masculinidade". Segundo Oswaldo, a porcentagem de infiéis deve girar "em torno de 25% dos homens".
Para Olga Inês, a idealização da "mulher perfeita", pelos homens, e do "homem que as apoie e as ajude", pelas mulheres (que costumam confundir "casamento com felicidade"), faz com que as pessoas reivindiquem muito umas das outras, "o que gera muitas frustrações, abrindo caminho para a infidelidade".
A psicoterapeuta lembra, contudo, que nossa sociedade é patriarcal e machista. "Os homens são educados para não desperdiçarem nenhuma oportunidade de demonstrar sua masculinidade e sexualidade, e a traição masculina é melhor aceita do que a feminina."
As diversas reações e como fica o amor
As reações ao adultério são as mais diversas. Oswaldo diz que tudo "depende do contexto no qual a traição aconteça". Quando se toma conhecimento do fato através de uma confidência, mantendo-se a privacidade, a tendência é a de se desculpar o traidor. No entanto, quando a traição torna-se pública, o problema aumenta, porque as pessoas envolvidas sentem a necessidade de uma resposta pública. Precisam agir. "A ação vai desde um abandono do relacionamento à destruição da outra pessoa, com um homicídio", explica Oswaldo. "Socialmente, isso era até aceito no Brasil há cerca de 30 anos, quando a traidora era a mulher e o homem tinha o direito de lavar a honra com sangue..."
Olga lembra que, por questões de dependência econômica, as mulheres, geralmente, aceitam melhor a traição, "acomodando-se e omitindo-se por temer pela família e por elas mesmas. Quando descobrem a traição, elas adotam a postura de mãe compreensiva".
Já os homens traídos fazem de tudo para fingir que não sabem. Se assumirem que têm conhecimento da infidelidade, "terão que tomar uma atitude perante a sociedade (que aceita muito melhor a traição masculina do que a feminina).
No geral, a psicoterapeuta, acha que, "a menos que a relação seja totalmente destituída de sentimentos, é muito difícil suportar a infidelidade", mas, para a maioria das pessoas, ela ainda "é um acontecimento muito mais suportável do que a separação".
Traição significa ausência de amor?
Oswaldo acredita que "não necessariamente. Tudo depende de como o relacionamento se estabeleceu, desde o início".
O terapeuta faz distinção entre "amor" e "casal socialmente formado". "Uma pessoa pode amar outra, mas isso não significa que esteja disposta a se comprometer a ações e comportamentos socialmente determinados ou permitidos. As formas de pensar e a moral de cada pessoa não estão necessariamente associadas ao amor que sente."
Olga lembra que, "teoricamente, quem ama respeita e quem respeita procura não trair". No entanto, há casos em que as traições "são experiências fortuitas e ocasionais". O pior é quando "a infidelidade torna-se uma constante e serve como uma muleta para a manutenção de um relacionamento, buscando-se, lá fora, a complementação do que não se tem dentro de casa". Quando isso acontece, "é hora de se parar e refletir seriamente sobre seus ideais de vida e de relacionamento", alerta a psicoterapeuta.
http://ajudaemocional.tripod.com
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Os cinco principais destinos de ecoturismo
· Costa Rica
Costa Rica se esforça para ser eco-friendly em todas as áreas, de conservação de suas grandes felinos para incentivar o setor de turismo para adotar medidas verde. O conselho de turismo implementado um Programa de Certificação de Turismo Sustentável para as empresas tour taxa para que os viajantes podem escolher hotéis eco-friendly e muito mais. Naturalmente, as principais atrações para os visitantes são as luxuriantes florestas tropicais, o que permite toneladas de animais e plantas (muitas das quais ameaçadas de extinção, espécies raras) para prosperar.
· Portland, Oregon
Portland é como a sustentabilidade de um hot spot que a International Ecotourism Society irá realizar o seu congresso anual este ano. Consistentemente fazendo listas de cidades sustentáveis, Portland ganha o título, fazendo coisas como pilotar um programa composto de coleta e dando dispositivos de conservação de água livre. Também amo a sua imponente floresta cheia de árvores, o grande esqui e facilidade de bicicleta.
· Brasil
Brasil pode ser conhecida pelo seu vestido de damas tanga na Praia de Copacabana, mas também ganhar um nome para si mesmo em estabelecimentos eco-friendly. E, segundo o New York Times, 85 por cento de sua eletricidade vem de fontes renováveis, a eletricidade que, em seguida, vai para ajudá-la a ser uma produtora mundial de produtos eco-tingidas como couro vegetal.
· Quénia
Esqueça animais enjaulados em zoológicos; Quênia mantém a sua planície aberta, livre para roaming elefantes, zebras, girafas e gazelas. A abundante fauna silvestre no país Africano de 54 parques nacionais e reservas torna-se um dos principais destinos de safári. A paisagem diversificada, não é mau, quer, você vai ver tudo de savanas de praias, florestas, montanhas tampadas neve, desertos de recifes de coral, que o país está interessado em manter intocada como possível.
· Antartica
Devido ao seu baixo nível do turismo e suas práticas fauna extremamente cauteloso, beleza fria da Antártida natural permanece intacto. Isso, combinado com o fato de que é remota e caro para visitar, faz dela um lugar de visita obrigatória em sua vida. Você vai voltar de uma visita à Antártida com um renovado respeito pela natureza ea beleza da Terra.
Costa Rica se esforça para ser eco-friendly em todas as áreas, de conservação de suas grandes felinos para incentivar o setor de turismo para adotar medidas verde. O conselho de turismo implementado um Programa de Certificação de Turismo Sustentável para as empresas tour taxa para que os viajantes podem escolher hotéis eco-friendly e muito mais. Naturalmente, as principais atrações para os visitantes são as luxuriantes florestas tropicais, o que permite toneladas de animais e plantas (muitas das quais ameaçadas de extinção, espécies raras) para prosperar.
· Portland, Oregon
Portland é como a sustentabilidade de um hot spot que a International Ecotourism Society irá realizar o seu congresso anual este ano. Consistentemente fazendo listas de cidades sustentáveis, Portland ganha o título, fazendo coisas como pilotar um programa composto de coleta e dando dispositivos de conservação de água livre. Também amo a sua imponente floresta cheia de árvores, o grande esqui e facilidade de bicicleta.
· Brasil
Brasil pode ser conhecida pelo seu vestido de damas tanga na Praia de Copacabana, mas também ganhar um nome para si mesmo em estabelecimentos eco-friendly. E, segundo o New York Times, 85 por cento de sua eletricidade vem de fontes renováveis, a eletricidade que, em seguida, vai para ajudá-la a ser uma produtora mundial de produtos eco-tingidas como couro vegetal.
· Quénia
Esqueça animais enjaulados em zoológicos; Quênia mantém a sua planície aberta, livre para roaming elefantes, zebras, girafas e gazelas. A abundante fauna silvestre no país Africano de 54 parques nacionais e reservas torna-se um dos principais destinos de safári. A paisagem diversificada, não é mau, quer, você vai ver tudo de savanas de praias, florestas, montanhas tampadas neve, desertos de recifes de coral, que o país está interessado em manter intocada como possível.
· Antartica
Devido ao seu baixo nível do turismo e suas práticas fauna extremamente cauteloso, beleza fria da Antártida natural permanece intacto. Isso, combinado com o fato de que é remota e caro para visitar, faz dela um lugar de visita obrigatória em sua vida. Você vai voltar de uma visita à Antártida com um renovado respeito pela natureza ea beleza da Terra.
sábado, 7 de agosto de 2010
Pênis: Tamanho é documento, sim!
Você já deve ter se cansado de ouvir a declaração de que “tamanho não é documento”. É uma daquelas frases auto-iludidas, como “é dos carecas que elas gostam mais”. Desculpe, mas a maioria de nós não gosta de carecas. (Falta de cabelo pode indicar baixo nível de testosterona, que é um hormônio que não pode faltar num homem.) Da mesma forma, é preciso encarar que tamanho é documento, sim, senhor.
É claro que estamos falando do nosso amigo pênis. Sem essa de dizer que o que conta para as mulheres são as preliminares. Ou que o prazer feminino depende do envolvimento com o dono do pênis em questão. Claro que tudo isso é importante. Mas a gente, tanto quanto os homens, também gosta de carne. Carne bonita. Muita carne. Se homem gosta de bumbum grande e seios fartos, por que a gente não pode gostar de volumes generosos também?
Que me desculpem os maldotados, mas o nosso prazer depende, sim, do tamanho do pênis. Estou falando do prazer no intercurso. Mas também do prazer visual, tátil. Se o rapaz tiver o melhor beijo do mundo e um pênis minúsculo, boa parte do esforço – o dele e o nosso – vai por água abaixo. Não há como negar. (Confesso que não consultei especialistas para chegar a essa conclusão: consultei garotas. Mas você quer alguém melhor para perguntar?)
O mito de que tamanho não é documento vem provavelmente de uma velha idéia machista de que mulher não gosta de ter prazer pelo prazer. Ou seja: o prazer físico seria privilégio dos homens, que são encorajados a fazer isso desde o momento em que deixam de engatinhar. Às mulheres caberia um interesse meramente emocional, quase platônico, em relação ao sexo. Saiba que não é assim. Mulher tem tesão, gosta de corpo, de curvas e precisa de prazer tanto quanto um latagão qualquer. Chega dessa história de que, para o rapaz, quanto mais mulheres arrecadar, melhor. Enquanto para a menina, vale o contrário: quanto menos viver, quanto menos curtir, melhor. Toda a diversão para eles e só culpa e vergonha para a gente? Chega.
Dizer que o tamanho do pênis não importa é deixar de reconhecer que também existem mulheres que procuram sexo sem envolvimento. Algo que não tem nada a ver com amor, casamento ou relacionamento emocional. A gente também gosta dessas coisas, claro. Assim como é evidente que ninguém se apaixona por um pênis sozinho, existem milhares de outros fatores que podem eventualmente tornar o tamanho do pênis um quesito secundário. Mas nada disso garante a alguém imaginar que, para as mulheres, o tamanho do pênis é apenas um pequeno detalhe. Não é.
Em uma recente matéria da Super, aprendi sobre o “investimento parental”, um termo criado por um pesquisador americano que parte do princípio de que “óvulos são caros, esperma é barato”. Isso faria com que os machos tendessem à poligamia e as mulheres, à monogamia. Tudo o que posso dizer a esse respeito é que dou graças a Deus por ser uma fêmea da espécie humana, com livre-arbítrio para escapar ilesa – e solteira! – dessa chatíssima imposição natural. Podemos tranqüilamente fazer sexo sem a intenção de gerar prole, tanto quanto um macho da espécie.
Sexo é algo que as pessoas deveriam praticar por um só motivo: é bom. Isso sempre foi claro e permitido para os homens. Só há bem pouco tempo começou a ser permitido para as mulheres pensar assim também. Mas ainda há resquícios da Idade das Trevas – ainda hoje, por exemplo, temos uma lei estúpida no Brasil declarando que se o marido descobrir que sua esposa não é mais virgem alguns dias depois do casamento, pode anulá-lo. Felizmente, a sociedade está mudando e preocupações como “será que ele vai achar que eu sou uma desclassificada porque aceitei o convite de ir para o motel logo no primeiro encontro?” estão dando (sem trocadilho!), na cabeça das mulheres, lugar a pensamentos bem mais saudáveis e menos neuróticos: tomar de cara a iniciativa e convidá-lo, se assim o coração mandar. Afinal, nada é tão saudável quanto o sexo sem neurose e sem culpa.
Curiosamente, alguns homens ainda têm resistência a esse tipo de comportamento feminino. O que é incompreensível. Quer dizer que só porque a garota foi para a cama com você no primeiro dia, isso significa que ela não é digna de um relacionamento duradouro? Se sexo é tão bom para você, por que não pode ser bom para ela também?
É triste viver numa sociedade que pune, ainda que veladamente, as mulheres que transam numa boa e que falam a verdade sobre o assunto como, por exemplo, que o tamanho é importante, sim, senhor.
Fonte: super.abril.com.br
Autora: Clarah Averbuck ( Jornalista, é autora de Máquina de Pinball, a ser publicado em agosto deste ano pela Editora Conrad)
Frase
“Que me desculpem os maldotados, mas tamanho é fundamental”
É claro que estamos falando do nosso amigo pênis. Sem essa de dizer que o que conta para as mulheres são as preliminares. Ou que o prazer feminino depende do envolvimento com o dono do pênis em questão. Claro que tudo isso é importante. Mas a gente, tanto quanto os homens, também gosta de carne. Carne bonita. Muita carne. Se homem gosta de bumbum grande e seios fartos, por que a gente não pode gostar de volumes generosos também?
Que me desculpem os maldotados, mas o nosso prazer depende, sim, do tamanho do pênis. Estou falando do prazer no intercurso. Mas também do prazer visual, tátil. Se o rapaz tiver o melhor beijo do mundo e um pênis minúsculo, boa parte do esforço – o dele e o nosso – vai por água abaixo. Não há como negar. (Confesso que não consultei especialistas para chegar a essa conclusão: consultei garotas. Mas você quer alguém melhor para perguntar?)
Dizer que o tamanho do pênis não importa é deixar de reconhecer que também existem mulheres que procuram sexo sem envolvimento. Algo que não tem nada a ver com amor, casamento ou relacionamento emocional. A gente também gosta dessas coisas, claro. Assim como é evidente que ninguém se apaixona por um pênis sozinho, existem milhares de outros fatores que podem eventualmente tornar o tamanho do pênis um quesito secundário. Mas nada disso garante a alguém imaginar que, para as mulheres, o tamanho do pênis é apenas um pequeno detalhe. Não é.
Em uma recente matéria da Super, aprendi sobre o “investimento parental”, um termo criado por um pesquisador americano que parte do princípio de que “óvulos são caros, esperma é barato”. Isso faria com que os machos tendessem à poligamia e as mulheres, à monogamia. Tudo o que posso dizer a esse respeito é que dou graças a Deus por ser uma fêmea da espécie humana, com livre-arbítrio para escapar ilesa – e solteira! – dessa chatíssima imposição natural. Podemos tranqüilamente fazer sexo sem a intenção de gerar prole, tanto quanto um macho da espécie.
Sexo é algo que as pessoas deveriam praticar por um só motivo: é bom. Isso sempre foi claro e permitido para os homens. Só há bem pouco tempo começou a ser permitido para as mulheres pensar assim também. Mas ainda há resquícios da Idade das Trevas – ainda hoje, por exemplo, temos uma lei estúpida no Brasil declarando que se o marido descobrir que sua esposa não é mais virgem alguns dias depois do casamento, pode anulá-lo. Felizmente, a sociedade está mudando e preocupações como “será que ele vai achar que eu sou uma desclassificada porque aceitei o convite de ir para o motel logo no primeiro encontro?” estão dando (sem trocadilho!), na cabeça das mulheres, lugar a pensamentos bem mais saudáveis e menos neuróticos: tomar de cara a iniciativa e convidá-lo, se assim o coração mandar. Afinal, nada é tão saudável quanto o sexo sem neurose e sem culpa.
Curiosamente, alguns homens ainda têm resistência a esse tipo de comportamento feminino. O que é incompreensível. Quer dizer que só porque a garota foi para a cama com você no primeiro dia, isso significa que ela não é digna de um relacionamento duradouro? Se sexo é tão bom para você, por que não pode ser bom para ela também?
É triste viver numa sociedade que pune, ainda que veladamente, as mulheres que transam numa boa e que falam a verdade sobre o assunto como, por exemplo, que o tamanho é importante, sim, senhor.
Fonte: super.abril.com.br
Autora: Clarah Averbuck ( Jornalista, é autora de Máquina de Pinball, a ser publicado em agosto deste ano pela Editora Conrad)
Frase
“Que me desculpem os maldotados, mas tamanho é fundamental”
lésbicas são chamadas de sapatões e os gays, de veados. Porquê?
A relação dos termos "veado" (ou "viado", como se costuma falar) e "sapatão" com a homossexualiidade é bem literal mesmo. "Sapatão", como já se pode imaginar, faz referência a pés grandes, uma característica masculina. Segundo o etimologista Reinaldo Pimenta, no livro Casa da Mãe Joana 2, o termo "surgiu na década de 1970, quando as mulheres com opção sexual alternativa tinham predileção por usar um tipo de calçado mais caracteristicamente masculino". Outro etimologista, Deonísio da Silva, autor de De Onde Vêm as Palavras, vai um pouquinho além: "Em casais de lésbicas, as mulheres que faziam as vezes de marido assimilaram o preconceito, fazendo questão de usar sapatos grandes. Já as que faziam as vezes da esposinha eram em geral menores, mais esbeltas e usavam sapatos menores. Logo, foram caricaturadas como sapatão e sapatinha". Já "veado"é uma associação do perfil do animal - magro, esguio e lépido - com o dos homens afeminados, que talvez tenha origem em um "causo" carioca. Dizem que, nos anos 20, um comissário de polícia foi incumbido de prender os homossexuais que circulavam pelas imediações da praça Tiradentes, na região central do Rio de Janeiro. Ele fracassou e, para explicar a falha, disse que, quando seus homens se aproximavam, os delicados alvos fugiam correndo como veados. O episódio ganhou a imprensa carioca e, logo, a boca do povo.
Autor: Artur Louback Lopes
Do mundoestranho
Autor: Artur Louback Lopes
Do mundoestranho
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
O tamanho do genital masculino é mais significativo para os gays.
Gostaria de saber se há alguma maneira de aumentar o tamanho do pênis. O tamanho realmente importa na hora do vamos ver?
O tamanho do pênis é muito variável. O pênis do brasileiro adulto tem em média entre 12 e 14 cm. O tamanho não está necessariamente ligado a maior prazer. O prazer está muito mais relacionadas à cabeça e às emoções que rolam durante a transa. As mulheres quase nunca referem ao tamanho do pênis como sendo um fator importante na transa, o tamanho é mais significativo para os gays. Achar que não vai satisfazer a parceira ou parceiro porque o pênis não é grande é muito mais uma encanação do que a realidade. Procure conversar com o seu parceiro sexual e ouvir se isso é ou não importante e então conclua se vale a pena continuar a transa. O que não vale é ir pra transa com esse tipo de dúvida.
Existem cirurgias para o aumento do pênis, mas elas têm um efeito muito limitado e podem, no máximo, aumentar uns 2 ou 3 cm. Agora, como em todo procedimento cirúrgico, há riscos envolvidos e, se algo der errado, pode haver perda da sensibilidade ou até de função.
Jairo Bouer. ( Caliente )
O tamanho do pênis pode diminuir com o avanço da idade?
Não existe essa relação com a idade. O pênis só pode diminuir por consequências de cirurgia de câncer de próstata ou pélvico. Não há com o que se preocupar porque ele ficará sempre com o mesmo tamanho que já tem. (Marco Arap)
O tamanho do pênis é muito variável. O pênis do brasileiro adulto tem em média entre 12 e 14 cm. O tamanho não está necessariamente ligado a maior prazer. O prazer está muito mais relacionadas à cabeça e às emoções que rolam durante a transa. As mulheres quase nunca referem ao tamanho do pênis como sendo um fator importante na transa, o tamanho é mais significativo para os gays. Achar que não vai satisfazer a parceira ou parceiro porque o pênis não é grande é muito mais uma encanação do que a realidade. Procure conversar com o seu parceiro sexual e ouvir se isso é ou não importante e então conclua se vale a pena continuar a transa. O que não vale é ir pra transa com esse tipo de dúvida.
Jairo Bouer. ( Caliente )
O tamanho do pênis pode diminuir com o avanço da idade?
Não existe essa relação com a idade. O pênis só pode diminuir por consequências de cirurgia de câncer de próstata ou pélvico. Não há com o que se preocupar porque ele ficará sempre com o mesmo tamanho que já tem. (Marco Arap)
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Revista Auto Esporte lista os 20 carros feios. Veja
Dizem que gosto não se discute, mas quando há casos em que a estranheza do desenho de alguns modelos é unanimidade. Fizemos uma lista com os 20 modelos mais esquisitos lançados nos últimos tempos. Claro que esse grupo poderia aumentar bastante, mas já é possível ter uma ideia de como nem sempre os projetistas estão inspirados em traçar linhas harmoniosas.
Entre os nossos eleitos, incluímos modelos nacionais e importados. No primeiro grupo um dos destaques fica por conta do Volkswagen Sedan 1600, conhecido como “Zé do Caixão”. Por que? Basta dar uma olhada nas linhas da carroceria para ter a resposta. E entre os carros vindos do exterior, um dos mais estranhos até no nome é o Pontiac Aztek.
Fonte: Revista Auto Esporte
Entre os nossos eleitos, incluímos modelos nacionais e importados. No primeiro grupo um dos destaques fica por conta do Volkswagen Sedan 1600, conhecido como “Zé do Caixão”. Por que? Basta dar uma olhada nas linhas da carroceria para ter a resposta. E entre os carros vindos do exterior, um dos mais estranhos até no nome é o Pontiac Aztek.
Fonte: Revista Auto Esporte
Adolescente estupra vendedora dentro de loja e acaba preso
Uma vendedora de 26 anos foi estuprada por um adolescente de 16 anos, no início da manhã de ontem, em Jacaraípe, na Serra. O crime aconteceu dentro da loja onde a vítima trabalha há cerca de quatro meses.
O estuprador conseguiu fugir, mas o sistema de videomonitoramento da loja registrou sua imagem, e ele acabou preso no início da noite de ontem, ainda em Jacaraípe. No DPJ da Serra, confessou o crime.
Morador de um bairro vizinho, o rapaz, segundo o delegado José Virgílio não tinha registro de passagem policial. Ele foi preso à noite, próximo à loja, e a vítima o reconheceu.
O estupro aconteceu por volta das 10 horas, logo após a vendedora abrir a loja. Ela limpava o local, sozinha, quando o rapaz entrou e a levou para o banheiro, em busca de dinheiro.
Depois, foi até a caixa registradora e pegou tudo o que havia. Em seguida, arrastou a mulher, de novo, para o banheiro, onde a estuprou. “O acusado tentou beija-la na boca, mas ela não deixou. Ele, então, ameaçou atirar na cabeça dela”, disse a delegada Adriana Zotich e Zotich.
A vítima disse que o jovem estava calmo e dizia estar armado. Ela percebeu um volume na cintura dele, mas não viu arma.
Oração
Nervosa, a mulher disse que o estupro foi interrompido assim que ela pediu, em oração, ajuda a Deus. Antes disso, chorando, chegou a implorar ao criminoso para que ele não a estuprasse, mas não foi atendida.
A vendedora contou ainda à polícia que o rapaz chegou a fechar a porta do banheiro e ameaçá-la de morte, caso gritasse por ajuda. Assim que ele fugiu, ela ligou para os patrões, que acionaram a Polícia Militar.
Ele foi levada ao Hospital Dório Silva, em Laranjeiras, Serra. Do hospital, seguiu para a Delegacia da Mulher do município, de onde foi encaminhada para o DML, em Vitória. (Com informações de Almir Neto)
Intenção do invasor era abusar de vítima
Para a delegada Adriana Zotich e Zotich, da Delegacia da Mulher da Serra, não restam dúvidas de que o criminoso invadiu a loja com a intensão de estuprar a vendedora. O assalto foi apenas um pretexto utilizado pelo acusado. Ela destacou, ainda, que esse é o terceiro caso de estupro ocorrido na Serra somente na última semana, e que o rapaz que estuprou a vendedora não usou preservativo, ao contrário de dois suspeitos investigados no caso da Gangue do Vectra Branco, que atacou mulheres em pontos de ônibus de Vitória, e as estuprou na Serra, onde as abandonou. “Apelamos à população que denuncie ligando para o 181”, pediu a delegada.
Fonte: http://www2.gazetaonline.com.br/
O estuprador conseguiu fugir, mas o sistema de videomonitoramento da loja registrou sua imagem, e ele acabou preso no início da noite de ontem, ainda em Jacaraípe. No DPJ da Serra, confessou o crime.
Morador de um bairro vizinho, o rapaz, segundo o delegado José Virgílio não tinha registro de passagem policial. Ele foi preso à noite, próximo à loja, e a vítima o reconheceu.
O estupro aconteceu por volta das 10 horas, logo após a vendedora abrir a loja. Ela limpava o local, sozinha, quando o rapaz entrou e a levou para o banheiro, em busca de dinheiro.
Depois, foi até a caixa registradora e pegou tudo o que havia. Em seguida, arrastou a mulher, de novo, para o banheiro, onde a estuprou. “O acusado tentou beija-la na boca, mas ela não deixou. Ele, então, ameaçou atirar na cabeça dela”, disse a delegada Adriana Zotich e Zotich.
A vítima disse que o jovem estava calmo e dizia estar armado. Ela percebeu um volume na cintura dele, mas não viu arma.
Oração
Nervosa, a mulher disse que o estupro foi interrompido assim que ela pediu, em oração, ajuda a Deus. Antes disso, chorando, chegou a implorar ao criminoso para que ele não a estuprasse, mas não foi atendida.
A vendedora contou ainda à polícia que o rapaz chegou a fechar a porta do banheiro e ameaçá-la de morte, caso gritasse por ajuda. Assim que ele fugiu, ela ligou para os patrões, que acionaram a Polícia Militar.
Ele foi levada ao Hospital Dório Silva, em Laranjeiras, Serra. Do hospital, seguiu para a Delegacia da Mulher do município, de onde foi encaminhada para o DML, em Vitória. (Com informações de Almir Neto)
Intenção do invasor era abusar de vítima
Para a delegada Adriana Zotich e Zotich, da Delegacia da Mulher da Serra, não restam dúvidas de que o criminoso invadiu a loja com a intensão de estuprar a vendedora. O assalto foi apenas um pretexto utilizado pelo acusado. Ela destacou, ainda, que esse é o terceiro caso de estupro ocorrido na Serra somente na última semana, e que o rapaz que estuprou a vendedora não usou preservativo, ao contrário de dois suspeitos investigados no caso da Gangue do Vectra Branco, que atacou mulheres em pontos de ônibus de Vitória, e as estuprou na Serra, onde as abandonou. “Apelamos à população que denuncie ligando para o 181”, pediu a delegada.
Fonte: http://www2.gazetaonline.com.br/
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