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domingo, 21 de abril de 2013

Arábia Saudita expulsa 3 homens de festival por serem ‘muito bonitos’

Três homens que participavam de um festival de cultura anual na Arábia Saudita foram expulsos do país depois que policiais religiosos consideraram que os rapazes eram "bonitos demais" para ficar.
Festival de cultura acontece todos os anos na Arábia Saudita - Reprodução / Site Free Republic

Ahmed, Majid e Mohamed estavam visitando o Jenadrivah Heritage & Cultural Festival em Riad quando membros da milícia que cuida da manutenção dos bons costumes, de acordo com a moral islâmica, invadiram o pavilhão e retiraram os homens pela força.

Segundo o jornal The Telegraph, um oficial do festival disse que os três rapazes foram retirados em razão de serem muito bonitos e que a Comissão [para a Promoção da Virtude e Prevenção dos Maus Hábitos] temia que visitantes do sexo feminino poderiam se apaixonar por eles.

Os homens foram posteriormente deportados para o seu país de origem com os custos pagos pela Arábia Saudita.

HORA DE SANTA CATARINA

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Tamanho é documento sim, afirmam mulheres em pesquisa

Tamanho é documento, sim, afirmam mulheres em pesquisa
Ainda de acordo com a pesquisa, homens altos, com ombros largos e quadris estreitos tendem a ser mais atrativos dos que os homens mais baixos, independentemente do tamanho do pênis

Se você, homem, sempre ouve especialistas em sexo e comportamento afirmarem que na hora do sexo, tamanho não é documento, pode esquecer. Uma pesquisa realizada pela Universidade Nacional da Austrália afirma que o tamanho do pênis importa para o sexo feminino.

Pesquisadores recrutaram ao todo 105 mulheres. Em um computador, que gerava figuras masculinas de corpo inteiro, as mulheres avaliavam quais deles eram mais atraentes. Para elas, a atratividade do homem depende da altura, da forma do corpo e do tamanho do pênis. Sendo que este último fator foi analisado como mais importante em homens mais altos do que baixos.

Ainda de acordo com a pesquisa, homens altos, com ombros largos e quadris estreitos tendem a ser mais atrativos dos que os homens mais baixos, independentemente do tamanho do pênis.

Segundo o estudo da universidade, a preferência das mulheres pelo pênis maior está relacionado à ideia de que elas tendem a atingir o orgasmo com mais facilidade. Mas, para os mais "humildes", ainda há uma esperança. Não basta ter um documento maior, é preciso ser atraente em primeiro lugar, conclui a pesquisa.

Fonte: A Gazeta

sábado, 5 de janeiro de 2013

Qual o tipo que as mulheres preferem? Homem com cara de macho ou aqueles com rostinho de anjo?

Mulheres preferem afeminados ou homens com cara de macho?

Essa é uma discussão eterna e afinal o que elas preferem? Homem com cara de macho ou aqueles com rostinho de anjo? A resposta pode até parecer vir do gosto pessoal, mas uma pesquisa revelou que a resposta da maioria das mulheres tem a ver com a saúde do lugar onde moram. Louco, não?

A Universidade de Aberdeen realizou um estudo em parceria com a ONU, que no fim revelou que existe uma conexão entre o gosto feminino e a situação da saúde do lugar onde vivem. A pesquisa consistiu em mostrar as mulheres duas fotos: uma com o rosto mais afeminado e outra com o rosto mais austero, no fim elas tinham que escolher entre um deles.


E por incrível que pareça, as mulheres que vivem em lugares onde a saúde é melhor preferem homens com o rosto mais angelical, já as que vivem em lugares com a situação ruim preferem os machões.

Para a sorte dos homens que vivem aqui e tem cara de macho, o Brasil foi um dos países onde o rosto mais másculo foi escolhido pela maioria, afinal nossa saúde é uma bela porcaria. Então se você tem um rostinho delicado, talvez seja melhor ir morar Suécia ou Dinamarca, pois lá a saúde é de primeira.


Agora elas querem homens de rostos delicados
Pesquisa mostra que nos países desenvolvidos as mulheres preferem as feições mais suaves. E essa tendência começa a chegar ao Brasil
Débora Rubin

Ombros largos, braços fortes, barba cerrada, rosto talhado à faca, nariz proeminente, maxilar quadrado e ar de quem transpira testosterona. O biótipo do homem másculo sempre foi tido como a preferência universal das mulheres. Mas essa unanimidade está ruindo e um novo tipo emerge na preferência feminina: aquele com traços finos e delicados, que transparece sensibilidade. A constatação foi feita por meio de uma alentada pesquisa do Face Research Laboratory, da Universidade de Abderdeen, na Escócia, que consultou mulheres de 30 países para chegar a tal conclusão.

Para a realização do estudo, os pesquisadores de Abderdeen colocaram dois retratos de vários homens, sempre aos pares (um dos retratos ligeiramente modificado) no site www.faceresearch.org e pediram que as mulheres escolhessem um deles. A diferença entre as imagens residia em detalhes como sobrancelhas mais grossas e lábios mais finos, por exemplo. Sutilezas que fazem um rosto parecer mais ou menos masculinizado. As votantes tinham até dez minutos para clicar em seu preferido. Em seguida, os especialistas checaram a origem das participantes por meio dos registros dos computadores na internet e fizeram o levantamento do sistema de saúde de cada país considerando dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Por fim, criaram um índice de saúde próprio, com base em indicadores de diversas origens, e atribuíram notas para cada um.

PREFERÊNCIA
Laíse gosta de homens com cara de bebê, tal qual seu marido, Igor

O levantamento mostra que não só a preferência pela categoria dos homens com cara de sensíveis vem crescendo como ela está diretamente ligada ao sistema de saúde dos países das mulheres pesquisadas. Soa esquisito, mas é isso mesmo. Quanto mais saudável a localidade – baixa mortalidade infantil, longa expectativa de vida, pouca incidência de doenças contagiosas – mais suas moradoras gostam de homens com feições suaves. Os machões estão totalmente em baixa na Suécia, por exemplo, nação com o melhor sistema de saúde entre o universo pesquisado – apenas 32% das mulheres são adeptas dos rostos mais viris. Já o Brasil está mais abaixo. Levou uma nota inferior no índice e aparece como o lugar onde os homens com traços mais fortes ainda são muito bem votados (leia quadro). A antropóloga e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro Mirian Goldenberg, que realizou um estudo comparativo entre o comportamento das brasileiras e o das alemãs, faz coro com o resultado da pesquisa escocesa. “No Brasil, as mulheres ainda se sentem atraídas por homens altos, fortes, de tórax grande. Gostam deste tipo que parece ser fisicamente capaz de protegê- las”, acredita a estudiosa, que já vê uma mudança de comportamento apontando no horizonte. “Há uma tendência, minoritária ainda, de as mulheres quererem homens mais delicados, gentis, companheiros, românticos. Mais parecidos com elas, enfim.”


TRADICIONAL
Tatiana ainda prefere os másculos. “São mais práticos”, resume

A advogada Laíse Beatriz Trindade da Silva Queiroz, 23 anos, é um exemplo de brasileira sintonizada com o gosto dos países mais desenvolvidos. Ela já estava atenta às características do novo homem ainda nova, quando, aos 13 anos, se apaixonou pelo hoje marido Igor Thiago Borges Queiroz e Silva, 28. “Gostei do jeito dele de cara, muito fofinho, muito educado e sempre calmo”, conta. Do primeiro beijo ainda na adolescência até a troca de alianças, em novembro passado, Laíse sempre teve a certeza de que Igor, hoje médico residente em infectologia, tinha DNA de bom pai. A advogada confessa que até admira rapazes másculos. “Mas gosto mesmo é de homens com cara de bebê e atitude de homem: maduros e responsáveis.” Para o psicólogo e professor da Universidade de São Paulo (USP) Ailton Amélio da Silva, como as mulheres estão independentes financeiramente, o tipo que representa o machão protetor não se faz mais necessário. “Sempre foi assim. Quando havia muito predador ameaçando um grupo, era bom que elas tivessem os machões corajosos por perto para proteger os filhos. Quando os predadores rareavam, as mulheres apostavam nos mais carinhosos, que ajudavam a cuidar da prole”, exemplifica. “No final das contas, é estratégia de sobrevivência do mesmo jeito.”

Ao contrário da advogada Laíse, a administradora de empresas Tatiana Lanza Vieira, 29 anos, é da turma que engrossa as estatísticas brasileiras na pesquisa dos escoceses. “Gosto de homens másculos, tanto que coloquei meu marido para malhar”, diz. “Esses com cara de sensível me parecem melosos.” Tatiana vê nos traços fortes masculinos a objetividade que ela tanto admira. “Eles são mais práticos”, garante, exemplificando, nesta frase, o que permeia essa mudança de comportamento: as mulheres tendem a confundir aparência e personalidade, como se o ator de traços delicados Jude Law fosse incapaz de um gesto grosseiro ou o rústico Clint Eastwood nunca tivesse escrito uma carta de amor. Quase uma embalagem com rótulo autoexplicativo.

ISTOé


sábado, 3 de novembro de 2012

Um manual para você entender os homens

Para entender os homens, montamos uma espécie de manual para você
Fomos atrás de alguns tipos masculinos e traçamos o seu perfil com dicas para conquistá-los, caso esse seja o seu objetivo


Algumas mulheres garantem: "Homem é igual a biscoito, quando vai um vêm oito". E, se vêm mesmo, pode saber que a variedade é enorme...O difícil é entender o que se passa na cabeça de cada um. Para ajudar você nessa missão de "desvendá-los", fomos atrás de alguns tipos e traçamos o seu perfil com dicas para conquistá-los, caso esse seja o seu objetivo. Eles variam de "realeza" a "donzela". Descubra se o seu alvo se encaixa em algum deles.

No caso dos homens tipo "realeza", que são os "filhinhos da mamãe", e "videogame", que nunca saíram dos 15 anos, o maior problema é a falta de maturidade. "Quem estiver se relacionando com uma pessoa assim só vai conseguir uma relação madura quando ele virar homem. O ‘mimado’ vai sempre querer ser protegido pela namorada como foi pela mãe, e o ‘videogame’ dificilmente verá a relação como prioridade na vida dele", afirma a psicóloga e sexóloga Adriana Salezze.

"Cada pessoa vive momentos diferentes, e isso vai depender da fase da vida, do momento em que ele se encontra", destaca Adriana. Ainda assim, é preciso avaliar bem se vale a pena continuar investindo na relação, pois os problemas e dificuldades podem persistir.

Sem iniciativa

Com as mulheres mais independentes, muitos homens estão recuando, deixando de tomar a iniciativa. Esses são os "donzela", românticos, mas carentes, sensíveis e enrolados demais. "Elas mudaram nos últimos anos e eles também. Mas a transformação masculina está sendo mais lenta, e os ritmos estão diferentes", explica a psicóloga Kirlla Dornelas.

Além disso, os interesses afetivos podem não ser os mesmos e é melhor não insistir. Esse também pode ser o problema com o homem "código", do tipo misterioso. Difíceis de interpretar, eles vivem mandando sinais confusos e jogando charadas, ao final de um encontro, e que ficam martelando horas na cabeça feminina.


--> Por isso, o ideal é conversar abertamente com ele, saber se tem a intenção de começar uma relação séria ou se está mesmo em um momento em que prefere não se envolver. Mas cuidado, ele pode ser evasivo, quando colocado contra a parede. Agora é só seguir o manual. Boa sorte!

Fonte: A Gazeta



Homem: Dose Controlada
Os homens estão tão complicados que precisamos de um manual para driblar os efeitos que eles andam provocando em nós. Com esta receita em mãos, você vai saber como lidar até mesmo com os novos exemplares. Traçamos os perfis desses homens modernos que andam por aí e descobrimos como lidar com eles e até conquistá-los – caso você queira, claro. Mas atenção: se persistirem os sintomas, dê um pé na bunda dele. Sem dó!

Homem – Realeza
Composição - Para entender esse tipo, saiba que ele foi sempre mimado pelos pais, que viviam elogiando demais suas qualidades e repetindo quanto ele é especial. O pior é que o cara acabou acreditando e criou uma percepção irreal de si mesmo. Cresceu achando que frustrações não existem – e quando precisa lidar com elas surta, entra em crise (e quem paga é o seu relacionamento). E, assim como uma criança, acredita que todas as suas vontades devem ser cumpridas agora. Ou seja, tem a autoestima exagerada – e o rei na barriga.

Reações adversas - Esse tipo de homem provoca sensações como compaixão. Sim, ele vai jogar baixo e despertar seu instinto maternal.

Indicações - A relação pode funcionar para você se você não ligar que o reizinho seja o centro das atenções na happy hour dos seus amigos.

Posologia - Ok, você se apaixonou e não sabe o que fazer. Se quiser mesmo ganhar o cara, faça elogios somente quando ele merecer (depois de uma promoção ou de uma noite especialmente quente) e não atenda a todas as necessidades dele. E, se o cara começar a se vangloriar, não custa dar uma risadinha de vez em quando para encher a bola dele – um homem com boa autoestima é seguro e determinado!

Validade Vencida - Cansou de lidar com o ego desse homem, que precisa dos conselhos da rainha-mãe sobre tudo e ainda não a promoveu ao cargo de princesa? Está na hora de abdicar do trono. Você pode conhecer alguém interessante e viver um relacionamento bem mais real.

Homem – Código
Composição - Ele é romântico e divertido, mas muda de personalidade sem avisar. É do tipo ambíguo, que vive mandando sinais confusos para você interpretar. Não, ele não é bipolar ou esquizofrênico. Mas, quando você o coloca na parede, ainda tem a cara de pau de lançar uma frase do tipo “Eu nunca prometi nada a você”. E o pior é que ele tem razão.

Reações adversas - Dúvida e cabeça confusa. No fim da noite, você se vê no telefone com as BFFs tentando decifrar o que ele quis dizer quando vocês se despediram.

Indicações - Funciona se você não estiver à procura de um relacionamento sério.

Posologia - A primeira coisa que você deve fazer é não supervalorizar telefonemas, mensagens, curtidas no Facebook. Se você se sentir à vontade para conversar cara a cara, marque em algum lugar onde ele fique confortável – e não, não pode ser pela webcam. “Não adianta confrontar, pois ele será evasivo. Homem se afasta emocionalmente quando percebe que seu espaço está sendo invadido”, diz o psicoterapeuta Luiz Cuschnir, autor do livro Os Bastidores do Amor (Alegro). Para conquistar esse cara, o melhor a fazer é dar um gelo. Não atenda na primeira vez que ele ligar e demore a responder a uma mensagem. Mas, para não sair do radar dele, curta alguma foto no Instagram.

Validade Vencida - Se a conversa não der certo ou se ele soltar alguma frase que dá vontade de socá-lo, diga: “Eu não prometo que você vai me ver de novo”. E suma. Para sempre.



Homem – Donzela
Composição - Enquanto as mulheres ficaram empolgadas demais com a possibilidade de agirem como homens, eles recuaram, perderam a iniciativa e se tornaram uns bobos. O cara até chama você para sair – mas vive enrolando e nunca propõe um programa. Não cogita assumir um compromisso, mas morre de ciúme de você. Ele é sensível demais, carente demais, inseguro demais, cheio de mimimi. E adora fuçar seu celular, seu Facebook, seu e-mail…

Reações adversas - Revolta e confusão. Sim, você é “a madura da relação”.

Indicações - Funciona se você estiver disposta a abrir mão de algumas coisas, como esperar que ele decida o que vão fazer nas próximas férias. O cara precisa de um empurrãozinho de vez em quando – e que você compre o guia.

Posologia - Antes de mais nada, você precisa saber o que quer num relacionamento – e desistir de arrumar encrenca por qualquer bobagem. Mas, caso você decida investir nesse cara, tente enxergar o que ele faz de bom – e encontre um meio-termo para o que ele está errando. Por exemplo, quando o cara disser que está com saudade, avise que vai a um barzinho com seus amigos e que ele está convidado. Ou, se ele chamar você para sair, mas não sugerir um programa, sugira algumas opções e escolham juntos. A ideia é mostrar seu interesse e tomar atitudes, mas também estimular as reações dele.

Validade Vencida - Se ele continua dormindo no ponto e com zero iniciativa, tchau. Não dá para assumir 100% da relação sozinha.


Homem – Videogame
Composição - Esse cara até deseja casar, mas não tem pressa de sair da casa dos pais – ou de abrir mão de cama arrumada, comida caseira e roupa lavada. Não quer ter grandes responsabilidades ou parar de estudar e só pensa em jogar videogame com os amigos. É, esse tipo de homem está ficando na adolescência mais tempo – é o fenômeno chamado de adultescência. Ele prefere quantidade a qualidade, ama e desama em cinco minutos e dispensa mulheres porque sabe que há outras dez fazendo fila. Ou seja, tem 30 anos, mas age como se tivesse 15.

Reações adversas - Vergonha alheia e preguiça. Você nunca vai querer apresentá-lo aos seus pais – e muito menos aos amigos.

Indicações - Funciona se você estiver a fim de se divertir e não se importa em enfiar a cara no travesseiro para abafar o som na hora do sexo, afinal os pais estão no quarto ao lado.

Posologia - Faça de tudo, mas não aja como a mãe dele. Sim, ele vai estranhar, mas alguém precisa fazê-lo se sentir como um adulto – ou seja, palavras no diminutivo estão proibidas. Mas, como ele adora ser mimado, dá para abrir concessões, como trocar a sessão de cinema cult pelo último filme da Marvel ou incentivá-lo a jogar Call of Duty no PlayStation com os amigos – a cada 15 dias, vai. Apenas deixe claro que não pretende passar as camisas dele.

Validade Vencida - Você sabe que acabou quando ele pede dinheiro emprestado, dorme até o meio-dia numa terça-feira ou trai você.

domingo, 17 de junho de 2012

Infidelidade. Homens são mais infiéis que as mulheres? Mito ou realidade?


É comum ouvirmos dizer que os homens são mais infiéis às parceiras do que elas a eles.


Será que isso é verdade? E se a infidelidade é cometida com outra mulher, será que é matematicamente possível que os homens sejam os campeões na traição amorosa?

À primeira vista, as estatísticas não são muito favoráveis aos homens.

Em uma pesquisa feita nos Estados Unidos em 2006, a American General Social Survey, quase duas vezes mais homens do que mulheres admitiram ter tido relações sexuais com pessoas que não eram suas esposas ou maridos.

O último estudo de grande porte sobre comportamento sexual realizado na Grã-Bretanha, a National Survey of Sexual Attitudes and Lifestyles (Natsal), feita em 2000, concluiu que 15% dos homens tinham tido relacionamentos "sobrepostos" no ano anterior - em comparação com apenas 9% das mulheres.

Ponto de vista

A pesquisadora Catherine Mercer, chefe de análises do estudo Natsal, disse que a discrepância pode ser explicada, em parte, porque as mulheres estão menos inclinadas a admitir a infidelidade do que os homens.

"Não podemos observar diretamente a infidelidade, então temos de nos basear no que as pessoas nos dizem, mas sabemos que existem diferenças entre os gêneros na forma como as pessoas relatam comportamentos sexuais", disse Mercer.

Mas os números poderiam ser explicados de outra forma.

Por exemplo, a diferença entre as estatísticas para a infidelidade de homens e mulheres poderia resultar de uma situação onde um número menor de mulheres cometem adultério, porém, aquelas que são infiéis o fazem com mais frequência.

Todas as evidências do estudo Natsal, no entanto, indicam que mulheres, de maneira geral, têm menos parceiros sexuais do que os homens - e não o contrário.

Outra possível explicação para a diferença nos índices teria a ver com idade.

"Nós sabemos que, em média, os homens tendem a ser ligeiramente mais velhos do que suas parceiras mulheres", disse Mercer.

"Se você imagina um cenário onde um homem casado tem um caso com uma mulher mais jovem, que pela probabilidade tende a ser solteira, porque é mais jovem, ele teria sido infiel, mas ela não".

Se uma pessoa considera ou não que uma mulher que tem relações sexuais com um homem casado está sendo cúmplice em adultério, isso vai depender dos seus conceitos morais.

Também é importante notar que alguns relacionamentos são abertos e, em relacionamentos desse tipo, sexo com outros parceiros não seria considerado infidelidade. Mas não há flexibilidade nas estatísticas para acomodar essas nuances.

Mercer, inclusive, nem usa a palavra 'infidelidade' em sua pesquisa. Ela prefere usar termos mais neutros, como "sobreposição" ou "simultaneidade" de relacionamentos.

"Infidelidade é uma palavra tendenciosa, ao passo que pensar em sobreposição de parceiros é mais apropriado quando estamos pensando sobre o contexto epidemiológico desses dados", ela disse.

"Estamos pensando, por exemplo, sobre a transmissão de infecções transmitíveis sexualmente e HIV", explica.

Homens que pagam por sexo podem também explicar seus índices mais altos de "relacionamentos sobrepostos". O último estudo Natsal revelou que cerca de 4% dos homens tinham pago por sexo nos cinco anos anteriores.

Se partimos do pressuposto de que há um número menor de mulheres vendendo sexo do que o número de homens pagando por ele, a prostituição pode também explicar algumas das discrepâncias.

Isso também pressupõe, é claro, que muito menos mulheres pagam por sexo do que homens. Estudos anteriores não perguntaram às mulheres se elas pagam por sexo, então não há dados concretos. Mas isso será perguntado no próximo estudo Natsal.

Há uma outra falha na metodologia. Estudos anteriores não perguntaram explicitamente se os entrevistados tinham relacionamentos sobrepostos. Em vez disso, os estudos pediram as datas das primeiras e últimas relações sexuais dos entrevistados com seus parceiros mais recentes.

Com bases nas respostas, os pesquisadores analisaram as datas em busca de sobreposições. Mercer explicou que esse método pode dar a impressão de que houve infidelidade quando na verdade ela não ocorreu.

"Imagine uma situação onde um casal começa a namorar na escola, se separa e depois volta a namorar alguns anos mais tarde".

"Nesse ínterim, cada um teve outros parceiros. A data de sua primeira relação sexual ainda vai ser quando estavam na escola. A data da relação sexual mais recente bem pode ser na semana anterior. Mas as datas (de suas relações sexuais) com os outros parceiros vão indicar que foram infiéis quando na verdade não foram".

Longe de casa

Será que algum desses estudos seria capaz de nos dizer que tipo de homem está mais propenso a ser infiel?

O coordenador da pesquisa American General Social Survey, Tom Smith, identificou vários fatores.

"Entre os grupos que estão mais propensos a ser infiéis estão os menos religiosos e as pessoas que ficam separadas (da parceira ou parceiro) por longos períodos - viajando ou trabalhando longe de casa", disse Smith.

Mercer, por sua vez, disse que jovens tendem a relatar mais relacionamentos sobrepostos do que outros grupos etários.

O que nos dá o perfil da pessoa mais propensa ao crime da traição: homem jovem sem religião que passa grandes períodos longe de casa. (noticias.uol.com.br)

sábado, 2 de junho de 2012

O vai-e-vem dos hormônios nos homens e nas mulheres


O vai-e-vem dos hormônios nos homens e nas mulheres
Com eles, as alterações acontecem ao entrar na adolescência e por volta dos 50 anos de idade
A alteração dos hormônios afeta de cara o humor 

Se você pensa que o vai-e-vem dos hormônios afeta só as mulheres, está enganado. Saiba que essa montanha russa também pode atingir os homens. E o humor está na linha de frente.

O humor é regulado por um neurotransmissor chamado serotonina. A substância é liberada no nosso organismo constantemente.

Durante o ciclo menstrual, as mulheres têm alterações justamente na produção dos hormônios e essa mudança vai interferir na serotonina. "Se a serotonina está alta, você está feliz, está alegre, está contente. A mulher, quando cai o nível de serotonina, ela se torna mais deprimida", explica a ginecologista Mara Diegoli, em entrevista ao Jornal Hoje. As mulheres têm essa alteração no humor todo mês.

Já os homens têm essas alterações em duas situações da vida: ao entrar na adolescência e por volta dos 50 anos de idade. "Esses hormônios diminuem, e o homem percebe uma certa depressão, um certo cansaço, um certo desânimo, que, muitas vezes, ele atribui ao excesso de trabalho, problemas financeiros e está ligado aos hormônios", diz Dolores Pardini, endocrinologista.

A obesidade excessiva também pode influenciar na produção dos hormônios que regulam nossas tristezas e alegrias. A boa notícia é que existem tratamentos. "Hoje existem muitos medicamentos que fazem com que a serotonina mantenha-se mais alta ou continue elevada por mais tempo", diz Mara.

Apesar da ação do nosso corpo, nada justifica o descontrole emocional.

A Gazeta