Mostrando postagens com marcador cães. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cães. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Sonhos com cão / cachorro. Significado

Sonhos com cachorros. Significado


Sonhos com cachorros não são muito favoráveis. Se um cachorro de outra pessoa, manifesta alegria, balançando o rabo, anuncia fraudes, que vigaristas tramam. Se late ou morde, é sinal de adversidade para quem sonha, alguém nos trairá. Cachorros brancos, predizem ataques de frente; os negros, agem de surpresa. Um cão negro, também pode representar a presença de um espírito maligno, tentando o sonhador.

A cadela representa uma mulher má, um cão latindo entre as pernas de uma sonhador faz prever contendas com pessoas inescrupulosas. Um cachorro magro, é sinal de que um de nossos parentes está precisando de nós. Cão raivoso é sinal de que haverá uma desgraça a menos que se consiga matar o animal antes do fim do sono.

Ver- amigo fiel, Ihe auxiliará em sua vida financeira. Ser atacado por um- traição de falsos amigos; intrigas na familia;

Ver um latindo- novidades no campo sentimental. Se você tem um cachorro, será natural vê-lo nos sonhos. Se não, o símbolo é de lealdade e trabalho. Caso alguém no sonho o chame de cachorro, será um reflexo negativo da sua personalidade. E se o tratam como cachorro, alguém está abusando de você. Na metafísica, os cachorros são os guardiãs do mundo subterrâneo. Podem também representar a parte mais animal da nossa natureza. Muitos o vêem como a energia masculina em sua melhor expressão.

domingo, 20 de janeiro de 2013

Pitbulls devem ser banidos? Eles são mesmo perigosos?

Os pitbulls nem sempre foram vistos com maus olhos 

Por Jennifer Viegas

A Corte de Apelação de Maryland recentemente declarou que os pitbulls e mestiços da raça são “intrinsecamente perigosos”, mas muitos especialistas e advogados acreditam que a corte se excedeu.

Tal definição implica que todos os pitbulls, independentemente da genética e do meio, nascem com tendências violentas, algo que a ciência parece refutar.

Um estudo da Universidade da Pensilvânia descobriu que os cães que mais mordem humanos são de raças menores, como dachshund, chihuahua e jack russell terrier.

No entanto, os pitbulls são famosos por atacar e às vezes matar pessoas e outros animais. Na década de 1990, a Sociedade Protetora dos Animais de São Francisco e a Sociedade Winsconsin Humane Society tentou renomear os pitbulls socializados como “St. Francis Terriers”, mas a iniciativa foi suspensa quando alguns dos cães adotados mataram gatos domésticos e apresentaram comportamentos indesejados.

Os pitbulls nem sempre foram vistos com maus olhos. No início do século XX, a raça estava na moda e era bastante popular. Em “Os Batutinhas”, série repleta de crianças, o animal de estimação era um pitbull. Será que os cães mudaram ao longo dos anos?

Alguns, sim.

“É possível que algo tenha mudado, já que alguns cachorros dessa raça têm sido criados para brigar”, declarou Jennifer Scarlett, veterinária e co-presidente da Sociedade Protetora dos Animais de San Francisco.

A veterinária citou estudos com raposas, que mostraram que o tratamento dado a um animal pode afetar a personalidade das gerações seguintes. Os pitbulls de hoje parecem mais agressivos com outros cachorros, mas não necessariamente com humanos.

“Em um ringue de luta, às vezes a boca do cachorro é aberta à força, então eles costumam concentrar a agressividade em outros cães”, explicou.

Scarlett, que discorda da corte de Maryland e já debateu o assunto em fóruns públicos, disse que há muitos animais completamente sociáveis e bem treinados que não machucam ninguém.

“Cachorros fortes e agressivos, independentemente da raça, podem ser treinados. Mas o que é inerente e o que é ensinado, nesses casos? Será que todos os cachorros deveriam ficar soltos nos parques, por exemplo? Não”.

Muito desse comportamento está ligado aos donos, e é aí que surge o grande problema.

Scarlett disse que há pelo menos uma pesquisa em andamento, que tenta identificar os fatores que levariam um segmento da população a correr mais riscos de ser atacada por um cão.

Com base em relatos, imagina-se que fatores sócio-econômicos, castração, socialização e treinamento possam influenciar na predisposição a ataques. Há muitos casos de tragédias envolvendo bebês e filhotes não supervisionados de pitbull, rottweiler e mastiff.

Jennifer Lu, gerente de comunicações da Sociedade Protetora dos Animais de San Francisco, disse que os pitbulls podem ter uma má reputação agora, mas que isso também já aconteceu com outras raças, como doberman e pastor alemão. Alguns criadores tentaram criar versões mais agressivas desses cães para atender à demanda.

Diante disso, muitos abrigos fazem campanha contra “fábricas de cães” que colocam o lucro à frente do bem-estar dos animais. A agressividade não é a única consequência desse ato criminoso. Donos que querem cães com visual diferente, como os chihuahuas com cabeça de maçã, podem não perceber que “os criadores exploram um efeito genético que impede o crânio de se fechar”. Segundo Lu, “Isso deixa uma parte da cabeça dos cães mais vulnerável”.

O buldogue francês é uma raça amigável, mas o costume dos criadores de realizar partos por cesariana pode deixar os cães mais vulneráveis a problemas de saúde.

No final das contas, os cães são os que mais sofrem. A porcentagem de eutanásia é cada vez maior, independentemente da raça do cachorro.

Betsy McFarland, vice-presidente do The Humane Society, dos Estados Unidos, teme que o sofrimento dos cães aumente ainda mais após a declaração feita em Maryland. É possível que donos de casas proíbam os inquilinos de terem pitbulls, o que aumentará a quantidade de cães em abrigos e, consequentemente, o número de eutanásias.

McFarland concluiu que “A legislatura deveria conduzir uma investigação baseada apenas em fatos e testemunhas, considerar a ciência disponível, e tomar decisões sensatas e racionais sobre esta importante questão”.

animalplanet.discoverybrasil.uol.com.br/pitbulls-sao-intrinsecamente-perigosos/

sábado, 23 de junho de 2012

Top 10 mais populares raças de cães


Não há certeza nisso, mas as teorias mais aceitas pelos cientistas explicam que todos os cachorros do mundo descendem de um único ancestral: o lobo cinzento. Ao longo dos séculos, o homem foi fazendo cruzamentos e os animais foram sofrendo modificações, de forma que hoje existem numerosas raças diferentes de cachorro.
        

Nos Estados Unidos, existe um grande clube para registro de genealogias caninas. É o American Kennel Club (AKC). Todos os anos, eles divulgam uma lista com as raças mais populares da atualidade. Os dez cães a seguir estão entre os mais procurados para domesticação, motivo pelo qual são presenças constantes na relação da AKC. Confira:


10 – LABRADOR
No extremo nordeste do Canadá, existe uma província cheia de ilhas chamada Newfoundland and Labrador. Desta região foi originado este rápido e esperto cachorro, que há muito tempo auxilia os pescadores em seu trabalho de puxar a rede do mar e capturar os peixes que escapam.
Ao longo do tempo, o cruzamento com outras raças transformou o labrador em um excelente cão de caça. Embora pareça uma vantagem, essa mudança criou uma síndrome genética chamada “desmaio induzido pelo exercício” (EIC, na sigla em inglês), que é uma predisposição a cair morto de cansaço durante uma atividade física. 30% dos labradores carregam esse perigoso gene.
9 – PASTOR ALEMÃO
Este cão é o queridinho das autoridades: guardas civis, policiais e militares adoram ter a companhia de um pastor alemão para ingressar em missões arriscadas. É um cachorro antigo, originado na maior parte por raças que habitavam as zonas rurais da Alemanha. O “resultado final” apareceu na pequena cidade de Karlsruhe, em 1899, e chegou à América em 1907.
8 – YORKSHIRE
Depois de um cão médio e outro relativamente grande, vamos falar de um pequeno cachorrinho que virou febre em vários países, incluindo o Brasil. Ele faz parte do grupo de cachorros “toy” (brinquedo, em inglês), no qual também se encontram o chihuahua e o pinscher, devido ao tamanho. Ele raramente vai além dos 3 quilos.
Embora seja considerado “cachorro de madame”, o Yorkshire era usado na cidade de mesmo nome, durante o século XIX, para a pouco nobre missão de caçar ratos em depósitos de roupas.
7 – GOLDEN RETRIEVER
Este cão foi criado meticulosamente por um nobre escocês, Lord Tweedmouth, através do cruzamento de várias raças. Ele queria um cachorro hábil, adaptado ao clima da Escócia e fácil de treinar. Hoje, o Golden Retriever é reconhecido por ser um cão excelente tanto para caça quanto para resgate, razão pela qual é amplamente usado para ambas as funções.
6 – BEAGLE
Trata-se de uma raça antiquíssima, que já era usada na Inglaterra nos anos 1500 para farejar coelhos. Devido ao seu temperamento alegre, contudo, os beagles alcançaram grande carisma no continente americano, em parte graças a Snoopy, o mais ilustre representante dessa raça. O nome deriva do termo francês “be’geule”, que significa que o cachorro está latindo atrás de alguma caça.
5 – BOXER
A cara de carrancudo não é à toa: na Alemanha do século XIX, os boxers eram objetos de aposta em brigas de cachorro, além de ajudar camponeses a caçar grandes javalis. Ao longo do tempo, foi criando a imagem do cão que se fixa firmemente nas patas traseiras para encarar seus inimigos. Apesar disso tudo, seu temperamento é uma fama injusta. Quando bem tratado, o boxer é uma das raças mais dóceis e afetuosas do mundo, especialmente com crianças.
4 – BULDOGUE
Aqui vai um fato não muito comentado sobre o buldogue: seu nariz achatado, característico, o torna vulnerável a superaquecer quando faz muito calor. Como os cães controlam a temperatura através de suor pelo nariz, seu focinho curto dispõe menos área de troca de calor com o ar.
Até 1833, eram permitidas na Grã-Bretanha as rinhas de touro, na qual um boi era amarrado em uma área delimitada e os buldogues tinham que imobilizá-los. Levou um longo tempo para que o buldogue apagasse, na Europa e nos EUA, a fama de cachorro mal encarado e brigão, embora essa imagem continue sendo forte por aqui.
3 – DACHSHUND
Chamado de “linguicinha” em algumas regiões do Brasil, este pequeno e comprido cachorro é criado há mais de 500 anos na Alemanha. Foi concebido para combater texugos em áreas próximas a plantações. Hoje, para fins de catálogo, são subdivididos em dois grupos: o standard, que pesa de 7 kg a 14,5 kg, e o miniatura, que pesa no máximo 5 kg.
2 – POODLE
A pelagem encaracolada dos poodles tem uma explicação: quando os caçadores alemães os levavam por bosques cruzados por rios, eram os pelos enrolados que os ajudavam a se locomover mais facilmente na água. Ao longo do tempo, os poodles se tornaram os cachorros preferidos da realeza em várias cortes da Europa.
Em 2003, uma categoria de poodle (standard, os de tamanho maior) teve seu genoma completamente decodificado. O tipo de poodle mais famoso, no entanto, é o poodle toy, menorzinho e disponível em várias cores – muito embora, conforme cientistas apuraram em 2007, sejam todas variações do preto e do amarelo. Portanto, não existe nenhum poodle branquinho, apenas amarelo bem claro.
1 – SHIH TZU
Mais um no grupamento dos toy dogs. Sua postura imponente, de tronco empinado, fez com que fossem os cães preferidos das dinastias reais da China durante mais de mil anos. Sua descendência é simples: vem do cruzamento do pequinês com o lhasa apso ou com o tibetano montanhês. Durante a Primeira Guerra Mundial, soldados britânicos descobriram o Shih Tzu na China e a raça se espalhou para o mundo. [Live Science]


segunda-feira, 26 de julho de 2010

Cães prevêem ataques epilépticos e alertam seus donos

Eddie é um cão de três anos que foi abandonado no Centro de Resgate Sheffield por causa de sua natureza energética que causou muitos problemas para seus donos anteriores. No entanto, é exatamente isso que faz dele perfeito para o seu novo trabalho como um cão de alerta a ataques epilépticos.

A entidade de suporte a cães Sheffield é a única no Reino Unido que treina cães de alerta. Ao contrário dos cães guia para surdos e cegos, a função dos cães de alerta não é apenas ajudar, mas também prever.
Pessoas que sofrem de formas graves de epilepsia podem sofrer convulsões na qual perdem a consciência, caem e podem se machucar seriamente.

Os estudiosos não sabem como os cães podem perceber que uma crise está prestes a ocorrer, mas existem três teorias: na primeira hipótese, pode haver micro expressões que o cão entende que precedem um ataque, ou pode haver um cheiro especial ao qual o cão é sensível e, finalmente, pode ser que o cão senta perturbações no campo elétrico que são causados por um ataque.

Eddie é 100% preciso. Vale a pena destacar que pessoas que têm o cão de alerta às vezes passam a ter menos ataques, com efeitos mais atenuados, graças à segurança que o cachorro proporciona. Pessoas alegaram ficarem mais relaxadas por terem o apoio do cão.

O cachorro da senhora Toni Brown-Griffin, AJ, lambe sua mão esquerda obsessivamente cinqüenta minutos antes de uma crise maior. Quando a crise é menor, ele dá um aviso quinze minutos antes, lambendo a mão esquerda três vezes antes de por a pata nela.

É uma forma de poderem levar uma vida normal com tempo suficiente para ficarem seguros antes de um ataque. [ [Telegraph]