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domingo, 7 de abril de 2013

Meu marido usava minhas calcinhas, veja o vídeo

Mulher denuncia marido no PR após descobrir que ele usava calcinhas
Mulher disse á polícia que o marido usava as calcinhas dela.
Caso aconteceu em Bom Sucesso, no norte do estado.

Uma mulher procurou a Polícia Civil de Jandaia do Sul, no norte do Paraná, para denunciar o marido após ter sido agredida, na quarta-feira (17), em Bom Sucesso, também no norte paranaense. Segundo a Polícia Civil, a mulher disse em depoimento que as agressões vieram quando ela descobriu que o marido estava usando as calcinhas dela.

Ainda segundo a polícia, a mulher já vinha investigando o esposo há seis meses quando as roupas íntimas começaram a desaparecer da gaveta. O flagrante ocorreu quando ele usava um fio dental preto. A mulher disse também que gravou a cena para que não houvesse dúvidas do fato.

Após a denúncia, o marido fugiu. Até as 10h10 desta sexta-feira (19), não havia sido encontrado.


Piada da calcinha
O português entra num Sex-shop e é logo abordado pela vendedora:
- A moda agora são essas calcinhas comestíveis!
- Calcinhas comestíveis? - indignou-se o portuga.
- Sim, temos vários sabores: morango, tutti-frutti... o senhor não quer levar uma para experimentar?
- Taí! Gostei da idéia, vou levar meia dúzia! Só que vou querer sabor de batata!
- Batata?
- É para combinar com o cheiro de bacalhau da xana da Maria!

quarta-feira, 13 de março de 2013

Marido chega em casa, flagra a mulher e amante despidos, e mata homem a facadas em Linhares, no Norte


Marido descobre traição e mata o amante
Segundo a Polícia Militar, o suspeito flagrou a mulher e o rapaz, ambos nus, dentro da residência do casal. Ele confessou o crime à polícia


O suspeito não reagiu à prisão e foi levado para o DPJ de
Linhares, no Norte do Estado - Foto: Fabricio Marvila
Um marido matou o amante da esposa após flagrar os dois nus dentro da residência do casal, no bairro Planalto, em Linhares, Região Norte do Estado. O crime aconteceu no início da madrugada desta terça-feira (12), por volta de 0h30. O suspeito foi preso e confessou o homicídio na delegacia.

A Polícia Militar foi acionada com a informação de que havia ocorrido um esfaqueamento. No local os militares constataram que o ajudante André dos Passos Viana, de 27 anos, tinha sofrido a agressão e foi socorrido por uma ambulância municipal para o Hospital Geral de Linhares (HGL). No entanto, segundo a PM, ele não resistiu e morreu ao dar entrada na unidade.

Após ouvir testemunhas, os policiais localizaram o suspeito na casa de uma irmã dele, também no bairro Planalto. O homem, de 30 anos, não reagiu à prisão. À PM ele contou que no dia anterior discutiu com a mulher e saiu de casa. Por volta da meia-noite de terça, ele retornou e encontrou a mulher com o rapaz, ambos nus, dentro da residência.

O acusado entrou em luta corporal com André, e com uma faca de cozinha, desferiu alguns golpes na vítima. Um deles, de acordo com a PM, atingiu o ombro esquerdo do rapaz.

O suspeito foi levado para o Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) de Linhares. Segundo o delegado Tiago Cavalcante, que está na chefia do DPJ durante as férias do titular Fabrício Lucindo, o suspeito confessou o crime e foi atuado por homicídio, cuja pena prevista é de 6 a 12 anos de prisão. "No entanto, ele pode ter a pena atenuada pelo juiz por ter sido levado por uma violenta emoção", informou.

Fonte: A Gazeta

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Viúva abre caixão e diz que marido foi trocado

Após abrir caixão, viúva diz que corpo do marido foi trocado antes de enterro



Familiares e amigos estranharam peso e tamanho de caixão.

Delegado afirmou que pedirá laudo para tentar identificar corpo.

A morte de um lavrador está provocando polêmica em Araguanã, a 500 km de Palmas, no Tocantins. Familiares e amigos dizem que o corpo que chegou a ser velado na cidade não é de José Barbosa de 44 anos. A viúva também afirmou que corpo foi trocado antes do enterro.

Foi na hora do cortejo que os amigos de Barbosa desconfiaram, pois peso e tamanho do caixão não combinavam com o corpo do lavrador.

A viúva dele, dona Sebastiana Cunha, disse que o corpo que está lá não é o do marido. Amigos falam a mesma coisa. “Abriu o caixão por suspeita mesmo. Porque achou o caixão pequeno. Achou muito pesado porque ele é alto, mas ele é magro”, diz a lavradora Lúcia Janete da Silva. “Quando abriu, todo mundo ficou assim, espantado”, afirma Gilda Pereira da Silva.

O caixão com o corpo de Barbosa foi trazido pela funerária de uma cidade vizinha. De acordo com o Hospital de Doenças Tropicais de Araguanã, o lavrador foi internado com suspeita de tuberculose. Depois que o homem morreu médicos aconselharam que o caixão fosse lacrado.

Ainda segundo o hospital, parentes e amigos não reconheceram o corpo porque, durante a internação, Barbosa tinha cortado a barba e os cabelos. Porém, a explicação não convenceu.

“O que a gente estava esperando é alto, moreno, do cabelo ruim. E esse que está aí é do cabelo bom, e ele é mais claro”, diz Lúcia Janete da Silva. “Todo mundo conhece. Todo mundo! E todo mundo pode falar que não é ele que está aí!”, diz o primo de Barbosa, o aposentado João.

Segundo os amigos do lavrador, o funcionário da funerária abandonou o caixão no meio da rua quando disseram que o corpo não era de Barbosa.

O delegado Euclides da Mota Silva determinou que a urna fosse levada até o cemitério. Ele vai pedir um laudo para tentar identificar o defunto. “Deve ser uma biopsia ou DNA”, afirma.

Até lá o corpo vai continuar no cemitério.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Francesa é presa por manter marido octogenário em cativeiro

Uma francesa de 45 anos foi indiciada e está em detenção provisória por ter mantido seu marido octogenário em cativeiro durante um ano na residência do casal.

François Deweille ficou trancado na lavanderia no subsolo da casa, sem janelas, sofreu maus tratos e era alimentado somente com produtos com a data de validade vencida.

Béatrice Fautré foi indiciada por sequestro, violência sobre pessoa vulnerável e abuso da fragilidade de outra pessoa e está detida desde sábado passado na prisão de Versalhes, nos arredores de Paris.

Fautré havia trabalhado como empregada do octogenário e se casou com ele no início de 2008.

Dinheiro

De acordo com a polícia, ela teria retirado 500 mil euros (cerca de R$ 1,1 milhão) de uma conta bancária conjunta. As investigações, que estão na fase inicial, vão determinar se houve mais desvios de dinheiro no passado.

"Há sem dúvida o fator financeiro. Ela se aproveitou amplamente da fortuna de seu marido. Mas isso não explicaria tudo. Nada a impedia de desviar o dinheiro sem precisar sequestrá-lo nessas condições", afirmou o comandante Bruno Arviset, da polícia militar do departamento de Eure-et-Loir, no centro-norte da França.

O octogenário, que tinha a visão reduzida, ficou totalmente cego após ter ficado preso por um ano na lavanderia sem janelas no subsolo da casa, situada na cidade de Arrou, em Eure-et-Loir.

Ele foi hospitalizado em estado de choque na quarta-feira passada em um hospital da região. Seu corpo estava coberto de hematomas e ele sofria de desnutrição, segundo a polícia.

O amante de Fautré, dono de um supermercado da cidade, morava na casa onde o octogenário estava preso. Ele e o filho mais velho da esposa, de 22 anos, foram indiciados por cumplicidade no sequestro e por não ter denunciado os maus tratos.

Eles permanecem em liberdade, mas sob controle judicial, com obrigação de cumprir exigências impostas pela Justiça, como não sair da cidade e comparecer às convocações das autoridades.

"A esposa alimentava o marido duas vezes por dia com produtos estragados. Não havia refeições quentes. Somente ela detinha a chave do local e era a única a ter contato com o octogenário", afirmou o comandante Arviset.

Denúncia da filha

Segundo a promotoria de Chartres, responsável pelo caso, a polícia foi alertada pelas declarações da filha mais jovem de Fautré, cuja guarda está sob os cuidados dos serviços sociais franceses.

A criança havia declarado a presença na casa "de uma pessoa suja, que furtava comida e sofria violências porque deixava sua mãe irritada".

O advogado de Béatrice Fautré declarou que a mulher "não está em condições de compreender as acusações que pesam contra ela". A esposa nega as acusações de maus tratos.

Os moradores da cidade de Arrou afirmaram à imprensa francesa pensar que o idoso havia sido transferido para um asilo. Ele havia sido visto pela última vez em uma farmácia de Arrou em julho de 2009, segundo a polícia.

O prefeito de uma cidade vizinha, onde a vítima e Fautré moravam antes, havia no início se recusado a realizar o casamento no civil em razão da grande diferença de idade e havia exigido um atestado médico do idoso.

O documento foi obtido, e o casamento foi realizado pelo adjunto do prefeito no início de 2008.

Para mais notícias, visite o site da BBC Brasil