sábado, 2 de junho de 2012

Mulher é arremessada contra muro por turbina de avião ao assistir a decolagem. Vídeo

Maho Beach tem fama de ser uma das praias mais perigosas do mundo. Mas não é por causa das ondas ou a correnteza, o perigo são os aviões! E uma jovem recentemente pagou o preço. Abaixo o vídeo espetacular do incidente!
Em Saint Martin é uma pequena ilha no nordeste do Caribe, a cerca de 300 km a leste de Porto Rico, os aviões ficam muito próximos às pessoas. A pista do aeroporto internacional Princesa Juliana tem a fama de ser o mais perigoso no mundo! Na verdade, não é raro quando você está numa soneca na praia e, um avião passa a poucos metros acima de sua cabeça.

Torne-se uma atração turística, a pista do aeroporto diariamente vê centenas de pessoas tentando brincar com aviões. Mas neste jogo, parece que a máquina ésubstancialmente mais forte. Este é o caso desta jovem mulher que, na praia Maho, localizada no final da pista principal do aeroporto, tentou derrotar os motores mais potentes de um A-737. Apesar dos sinais de alerta, várias pessoas empreendem um desafio à máquina.

No dia 04 de abril, um casal estava em cima do murolocalizado ao longo da pista. Um avião está prestes a decolar. A explosão do jato é tão forte que muitas pessoas decidem sair correndo para fora do alcance da pressão do ar. O casal decidiu ficar parado. O homem é o primeiro a ceder. Segundos depois, foi a vez de sua esposa ser ejetada. Com a violência ela perde o equilíbrio e é impelida como uma folha contra um muro baixo, de cabeça.

O vídeo é dramático e chocante. Desde o final, a vítima ainda está viva, mas não sabemos o estado deseus ferimentos. O que é certo é que ela não está pronta para ir tão cedo à praia de Maho. Esperemos que este incidente cause uma reação por parte daqueles indivíduos que desconhecem o perigo que eles enfrentam!
Incrível vídeo, clique abaixo:



Particularidades físicas mais fantásticas de 10 pessoas do mundo



A redação do Yahoo! Brasil descobriu, após consultar diversos blogs, que há uma lista muito curiosa circulando pela Internet. Trata-se das 10 pessoas mais peculiares do mundo, de acordo com suas características físicas. Após pesquisarmos a veracidade dos casos e a existência das pessoas, publicamos na íntegra a lista abaixo. Não se pode precisar exatamente quem criou o top 10, mas damos crédito a alguns dos blogs que divulgaram a lista:Capsaicina, Nerdiando, Mundo Gump,Isso é bizarro e Universo 42.
1. A mulher que atinge 200 orgasmos por dia
O barulho de um trem, o secador de cabelo, uma máquina fotocopiadora - tudo isso é motivo para Sara Karmen, uma britânica de 24 anos, sentir um orgasmo. Somente durante os 40 minutos de uma entrevista ao jornal News of The World, ela teve 5 orgasmos. A moça sofre da Síndrome de Excitação Sexual Persistente, que faz com que ela fique excitada por grandes períodos de tempo, mesmo sem ter um estímulo sexual. 'As vezes tenho muitas relações sexuais, na tentativa de acalmar-me.' - conta Sara.
2. O homem que não consegue engordar
O inglês de 59 anos, John Perry, pode consumir a quantidade de alimentos que quiser e não consegue engordar. O distúrbio, chamado lipodistrofia, faz com que o corpo queime rapidamente a gordura que absorve. Quando tinha cerca de 12 anos, Perry comentou que começou a emagrecer sem nenhum motivo aparente. Os médicos, imaginaram que ele estivesse sofrendo de uma úlcera estomacal. O problema de Perry é causado pela produção de insulina, que é seis vezes maior do que uma pessoa normal.

3. O homem que não sente frio
O holandês Wim Hof de 48 anos, que ficou conhecido como o 'Homem de Gelo', já correu uma maratona no Pólo Norte, apenas vestindo um short e nadou cerca de 80 metros em água gelada. Por uma condição incomum, Hof não sofre de hipotermia, como ocorre com a grande maioria dos seres humanos. Ao invés disso, o fluxo sanguíneo, que em temperaturas muito baixas é enviado apenas para os órgãos vitais, no caso dele, continua sendo fornecido para todo o corpo, não permitindo que ele sofra com ulcerações.
4. O garoto que não podia dormir
Imagine, uma criança que não dorme, nem cochila por 3 anos. Foi o que ocorreu com Rhett Lamb, que não tinha experimentado uma soneca na vida. O problema era causado por uma anomalia no tecido cerebral, chamada: má-formação de Chiari. Parte do seu crânio era anormalmente pequena e acabava exercendo uma pressão sobre o cérebro.Em maio desse ano ele passou por uma cirurgia e finalmente dormiu. Seu pai declarou que dividiu com a mãe do garoto a responsabilidade de monitorá-lo durante o sono.
5. A garota que é alérgica a água
A australiana de 19 anos chamada Ashleigh Morris não pode usufruir de hábitos comuns à jovens da sua idade. Ela não pode ter contato corporal com água. Morris sofre de um doença de pele raríssima, chamada Urticária Aquagênica, que é um processo de alergia extrema à água. Quando Ashleigh se molha, seu corpo explode em feridas e caroços, que levam cerca de duas horas para aliviar.Como não há cura ou tratamento, Ashleigh preferiu parar de fazer esportes e tudo o que a faz suar.
6. A mulher que não consegue esquecer
Uma californiana de 42 anos possui a melhor memória do mundo. A mulher, que é conhecida como Jill Price, lembra-se de quase todos os dias de sua vida, a partir dos 16 anos de idade. Segundo ela, sua memória passa como um filme, 'ininterrupta e incontrolável'. Ela, lembra claramente o que ocorreu no episódio de 'Murphy Brown' em 28 de março de 1988. Além disso, ela recorda-se de fatos mundiais e outras tantas informações que pessoas comuns não conseguem recordar. Sua anomalia chama-se síndrome hipertimésica.
7. A adolescente que se alimenta apenas de Tic Tac
Natalie Cooper, inglesa de 17 anos, sofre de uma doença misteriosa: ela vomita toda vez que ingere algum alimento sólido. A única coisa que pode ela pode comer, com segurança, é a bala Tic Tac. Inicialmente, os médicos acreditavam que a menina sofria de bulimia, mas logo abandonaram a idéia. Por razões ainda inexplicáveis, o Tic Tac é a única comida que não a deixa mal. Porém, Nathalie precisa ingerir outros tipos de nutrientes através de uma fórmula especial, via tubo.
8. O homem que está há mais de 1 ano soluçando
Chris Sands, de 24 anos, soluça em média a cada dois segundos.Chris Sands, que é músico, disse que sua carreira ficou prejudicada e acredita que a cirurgia conseguirá lhe devolver uma vida normal. Segundo os médicos do Queen's Medical Centre, um tubo será implantado no estômago de Chris para monitorar o nível de acidez, pois ele sofre de refluxo ácido, motivado por uma falha em uma das válvulas.
9. A mulher que desmaia sempre que ri
Kay Underwood, 20 anos, tem cataplexia, ou seja, qualquer espécie de emoção forte que tenha pode fazê-la desmaiar, devido ao enfraquecimento repentino dos músculos. Excitação, raiva, medo, surpresa, e até vergonha podem provocar o desmaio.Sua condição anormal foi descoberta há cinco anos, quando chegou a perder a consciência por mais de 40 vezes em um único dia. Tal como muitos dos doentes de cataplexia, Kay sofre também de narcolepsia - adormece sem mais nem menos.
10. A mulher que tem alergia à tecnologia
Ela se chama Debbie Bird e é absolutamente alérgica à tecnologia. Para ela, falar no telefone celular, cozinhar no forno de microondas ou dirigir um carro, são tarefas praticamente impossíveis. Tudo porque Bird possui uma sensibilidade ao campo eletromagnético criado pela maioria dos aparelhos eletrônicos. Como conseqüência, Debbie sofre com uma dolorosa alergia na pele e nas pálpebras. Para diminuir o problema, ela criou uma espécie de zona livre da influência eletromagnética.

Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/

Rapaz realiza sonho de amigo com câncer terminal e vira sucesso na web

Câncer, literatura e amizade verdadeira
Aqui está a história mais bonita de amizade que vi em tempos.

Nachu tem câncer terminal, e pode morrer até junho (calma, não é uma história triste). E o autor preferido de Nachu chama-se Harry Turtledove, famoso por suas séries de livros de história modificada.

Perguntado sobre o que gostaria de fazer antes de morrer, uma das respostas de Nachu foi “terminar de ler a série The War That Came Early (“A Guerra que Chegou Mais Cedo”)”, de Turtledove, uma visão alterada da Segunda Guerra Mundial. O problema é que os dois últimos livros da série ainda estavam na primeira versão do autor, direto do manuscrito, e só seriam todas lançadas em um ano, no mínimo.

Um amigo de Nachu resolveu agir e fez uma pergunta no site Reedit, sobre como seria possível conseguir as cópias antes, para que o amigo pudesse lê-las. O pedido continha uma carta com o apelo ao autor. Tudo em inglês.

Abaixo, o resultado da campanha, na forma de um presente de aniversário. O vídeo está em inglês, mas algumas coisas na vida nem precisam de palavras.



Resultado visto acima: Com a permissão de Harry Turtledove, a editora do autor, Del Rey Books, enviou uma cópia de avaliação da próxima história da série, a ser lançada em julho apenas, e em apenas um dia. Amigo, autor, editora, turma do Reedit… eis uma lição de vida coletiva.

ÉPOCA - Blog Bombou na Web

Orgias de jogadores de futebol chegam a durar até dois dias

Orgias de jogadores de futebol chegam a durar até dois dias
Falam em drogas também!


Uma declaração do goleiro Bruno, antes de ser preso, reacende a discussão sobre os excessos dos jogadores de futebol: ele disse que conheceu a ex-amante Eliza Samúdio numa orgia, e que isso é muito comum no meio.
O Fantástico saiu em busca de respostas: o que acontece no submundo de sexo sem limite e drogas que abastece os atletas, bem longe dos olhos do público? Festas secretas com sexo liberado, bebida à vontade e, muitas vezes, drogas pesadas.
Na lista de convidados, jogadores dos maiores times do país, técnicos famosos, dirigentes. E também ídolos da seleção brasileira. Tudo protegido por uma rede de silêncio e mistério.
As festas íntimas com celebridades do futebol são cercadas de segredo. A reportagem conversou com garotas de programa e com pessoas que agenciam prostitutas para entender como são organizados os encontros.
A maioria preferiu falar longe das câmeras, mas contou, em detalhes, o que acontece a portas fechadas.Os jogadores de futebol não costumam se envolver pessoalmente na negociação.
Deixam a cargo de amigos e assessores, como revelou, por email, uma agenciadora de mulheres, que atende de quinze a vinte baladas exclusivas por mês.
Europa
Na Europa, as festas acontecem na casa dos jogadores. No Brasil, geralmente em sítios alugados ou suítes de hotéis cinco estrelas.
Uma garota de programa conta que já foi chamada às 5 da manhã para uma comemoração num hotel de São Paulo. Ela estava sozinha e se assustou quando entrou no quarto.

“Eu cheguei lá e tinha oito, entendeu? Tudo jogador de  futebol , tudo de cueca, bermuda, largado. As roupas espalhadas pelo chão. Eu não saí com os oito, porque eu não ia dar conta. É muito homem!”, conta Renata Mariah, garota de programa. “Saí com dois.”
De acordo com Mariah, eles estavam bêbados. “Você não tem noção como eles bebem. Não dá pra acreditar que um atleta detone o corpo desse jeito”.
As prostitutas contratadas são, de preferência, loiras. O cachê pode chegar a R$2 mil para cada uma das meninas. Sem contar a gorjeta e as despesas com transporte.
Por telefone, uma garota de programa que vive na Europa e  diz ter participado de várias orgias com astros da seleção, e que hoje vive na Europa, conta que celulares são proibidos. “A gente é revistada na entrada e na saída. Já fica a bolsa na entrada, entendeu?”
Passagem de avião
Ela diz que as festas no exterior são as mais animadas, chegam a durar dois dias, com direito a passagem de avião para prostitutas que estão no brasil.
“Vão, assim, as preferidas. Vão as modelos, atrizes pornô, vai um pouco de tudo do Brasil”, conta.
Na balada, rolam shows eróticos, pagode e funk. Nem todas as convidadas são prostitutas.
A cantora Suzana Pitelli conta que conheceu o goleiro Bruno numa dessas festas em Belo Horizonte, no começo do ano. Além de Bruno, diz ela, estavam presentes vários atletas do Flamengo.
Ela afirma que se surpreendeu ao ver cenas picantes entre os convidados. Pensava que tinha ido a um evento normal. “Começava aquela pegação, tudo, tu via”, conta. Segundo a cantora, sexo era praticado na frente dos demais presentes. “Foi isso que me assustou mesmo”, conta.
Suzana conta que disse pensava que iria apenas para uma festa, não para fazer "outra coisa", e foi embora.
Em algumas festas, drogas fazem parte do cardápio.  Outra revelação preocupante: A maioria dos clientes famosos, dizem as entrevistadas, se recusa a usar camisinha. Eles chegam a oferecer o dobro do cachê para fazer sexo sem proteção.
Renato Gaúcho
O Fantástico foi até Salvador conversar com o técnico do Bahia, ex-jogador Renato Gaúcho. Ele dá entrevista de óculos escuros e alega ser por “timidez”. Mas o ex-atleta sempre teve fama de conquistador incansável. Ele garante já ter saído com cinco mil mulheres.
“Hoje em dia eu estou caseiro, estou devagar”, diz Renato Gaúcho. O ídolo do Grêmio confirma que farras sexuais são comuns no  futebol.
“Não sei se essa palavra eu posso falar ou... A famosa, né, orgia, todo clube tem. É inevitável”, conta Renato Gaúcho.
Renato Gaúcho diz que não participava, mas não critica quem frequenta. “Eu não sou contra, não. Eu como treinador. Se o jogador está na folga dele, quem tem que cuidar dele é a mulher dele”, diz.

O vai-e-vem dos hormônios nos homens e nas mulheres


O vai-e-vem dos hormônios nos homens e nas mulheres
Com eles, as alterações acontecem ao entrar na adolescência e por volta dos 50 anos de idade
A alteração dos hormônios afeta de cara o humor 

Se você pensa que o vai-e-vem dos hormônios afeta só as mulheres, está enganado. Saiba que essa montanha russa também pode atingir os homens. E o humor está na linha de frente.

O humor é regulado por um neurotransmissor chamado serotonina. A substância é liberada no nosso organismo constantemente.

Durante o ciclo menstrual, as mulheres têm alterações justamente na produção dos hormônios e essa mudança vai interferir na serotonina. "Se a serotonina está alta, você está feliz, está alegre, está contente. A mulher, quando cai o nível de serotonina, ela se torna mais deprimida", explica a ginecologista Mara Diegoli, em entrevista ao Jornal Hoje. As mulheres têm essa alteração no humor todo mês.

Já os homens têm essas alterações em duas situações da vida: ao entrar na adolescência e por volta dos 50 anos de idade. "Esses hormônios diminuem, e o homem percebe uma certa depressão, um certo cansaço, um certo desânimo, que, muitas vezes, ele atribui ao excesso de trabalho, problemas financeiros e está ligado aos hormônios", diz Dolores Pardini, endocrinologista.

A obesidade excessiva também pode influenciar na produção dos hormônios que regulam nossas tristezas e alegrias. A boa notícia é que existem tratamentos. "Hoje existem muitos medicamentos que fazem com que a serotonina mantenha-se mais alta ou continue elevada por mais tempo", diz Mara.

Apesar da ação do nosso corpo, nada justifica o descontrole emocional.

A Gazeta

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Como surgiu a aids?


Não é sempre que se vê uma pandemia nascer. Mas foi o que aconteceu em 1981 nos EUA. Os hospitais relataram 41 casos de pacientes jovens com sarcoma de Kaposi, um câncer raro que até então se manifestava quase somente em idosos. E apesar de esse mal normalmente demorar anos para se agravar, os novos pacientes morriam pouco tempo depois de entrar no hospital. Um detalhe intrigou os médicos: todos eram homossexuais masculinos. Outros casos surgiram e logo ficou claro que havia uma nova doença, um “câncer gay”, batizado de grid (sigla em inglês para “imunodeficiência relacionada aos gays”). Nos anos seguintes, a doença se espalhou para heterossexuais e mulheres – até então considerados a salvo da epidemia – que haviam passado por cirurgias ou recebido transfusões de sangue. Foi então que a doença ganhou o nome de aids (sigla em inglês para “síndrome da imunodeficiência adquirida”).

Ainda no início dos anos 80, o vírus já tinha contaminado 89% dos hemofílicos dos EUA. Como não havia um teste para detectar o vírus, quem precisasse de uma transfusão de sangue não tinha muito o que fazer além de rezar para não ser infectado. Em seguida, o mal passou a atingir homens, mulheres, crianças e qualquer grupo social que você puder imaginar. As notícias de novas contaminações, somadas à falta de informações concretas sobre os mecanismos de transmissão, levaram a um estado de pânico. Muita gente se recusava a apertar a mão de alguém contaminado ou ficar na mesma sala, com medo de que a doença se transmitisse pelo ar como uma gripe. Na dúvida, ninguém queria arriscar. Durante o resgate de um acidente nos EUA, os bombeiros se recusaram a atender uma vítima por ela estar contaminada.


Em 25 anos, o HIV matou 25 milhões de pessoas e está presente em outros 40 milhões. É a 2a doença infecciosa que mais faz vítimas no mundo, logo atrás da tuberculose. Só que, ao contrário desta, a aids não tem cura. A epidemia derrubou economias, destruiu populações inteiras e mudou costumes. Por se alastrar também pelo sexo, a revolução sexual dos anos 60 e 70 pisou no freio e deu lugar à era do “sexo seguro”, com a redução do número de parceiros e com o uso de preservativos (em 1986, apenas 8% dos jovens brasileiros afirmaram ter usado camisinha na primeira relação sexual, contra 47,8% em 1998 e 65,8% em 2005). Depois de duas décadas e meia de pesquisa, já sabemos que a aids é causada por um retrovírus, o HIV, e também temos boas pistas de como ela se espalhou pelo mundo e como age. Só não temos a menor idéia de como resolver o problema. Daí a importância de conhecer essa história: os próximos 25 anos não devem ser lá muito mais fáceis do que esses que acabamos de viver.

Do macaco ao homem
Como surgiu a aids? Existem várias teorias, e todas elas aceitam o fato de que o HIV era, originalmente, um vírus que infectava primatas como o chimpanzé, que vivem vários anos com a infecção sem apresentar problemas. Em algum momento, o HIV passou para os seres humanos e começou a fazer estragos. O vírus se aloja nas células do sistema imunológico, que passam a destruir a si mesmas, deixando o corpo sem proteção para qualquer ameaça. Com as defesas do organismo sucateadas, uma gripe, uma pneumonia ou qualquer infecção oportunista podem ser fatais.

A primeira vez que o vírus chegou ao ser humano e começou a se espalhar deve ter sido por volta de 1930, como mostrou um estudo das informações genéticas do HIV liderado pela pesquisadora Bette T. Korber, do Laboratório Nacional de Los Alamos, EUA. Existem várias teorias para explicar como isso pode ter acontecido. Uma delas, a “teoria do caçador”, diz que foi pelo contato direto com os animais. Em certas regiões da África, é costume comer carne de chimpanzé e de outros primatas. Não é muito difícil imaginar que um caçador se machuque e que esse corte ou ferida entre em contato com o sangue da própria caça. Depois dessa infecção inicial, o vírus segue se adaptando e passando de pessoa para pessoa.

Acontece que o vírus deve ter pulado para o ser humano mais de uma vez (veja quadro na página 70), o que abre espaço para outras possíveis origens. A mais polêmica foi publicada em 1999, no livro The River (“O Rio”, sem tradução em português), de Edward Hooper. Ele defende que o vírus teria pulado para o homem por meio de vacinas contra a pólio, aplicadas em massa nos anos 50 na República Democrática do Congo, Burundi e Ruanda. Hooper afirma que as vacinas contra pólio eram feitas a partir de células de chimpanzés contaminados. Hillary Koprowski, responsável pela vacinação, se defende dizendo que utilizou outros macacos, não o chimpanzé. Mas a verdade é que é praticamente impossível provar que a teoria esteja certa ou errada, já que para isso seria necessário analisar todo o material usado na confecção das vacinas há mais de 50 anos.

Mas se o vírus já era presente nos macacos há muito tempo, por que ele só apareceu em humanos no século 20? “Talvez ele tenha feito a transição dos macacos para os humanos outras vezes antes de 1930. Mas é possível que as condições de propagação entre humanos não fossem tão favoráveis, e os focos de pessoas contaminadas tenham simplesmente sido extintos sem passar o HIV adiante”, diz Paolo Zanotto, virologista e professor do Instituto de Ciências Biomédicas da USP. As “condições de propagação favoráveis” a que ele se refere são a chave para entender como a aids se tornou uma epidemia mundial – na verdade, uma pandemia – em tão pouco tempo.

Em primeiro lugar, no século 20, as cidades cresceram e o contato entre as pessoas aumentou. Ao mesmo tempo, o sistema de transporte melhorou: vírus capazes de matar humanos ganharam o luxo de viajar de avião e atravessar o mundo em pouco tempo, algo impensável há 100 anos.

E, por irônico que pareça, a própria medicina ajudou as epidemias a se espalharem. Transfusões sanguíneas e o uso maciço de injeções só passaram a acontecer em larga escala no século 20 e funcionaram como meios mecânicos de transmissão do HIV. Algumas tentativas de resolver esse problema – como a introdução de seringas descartáveis – muitas vezes tiveram resultado inverso. Por serem de plástico, essas seringas não podem ser fervidas ou esterilizadas, e, por conta da falta de recursos, muitas vezes são usadas mais de uma vez. Tudo indica que as grandes vacinações do século passado foram feitas com apenas poucas seringas – e, ao que tudo indica, continuam a ser reutilizadas até hoje em grande parte dos centros de saúde de países africanos como Chade, Suazilândia, Uganda e Costa do Marfim. Para piorar, a África Central mantinha nessa época campos de trabalhos forçados que funcionaram como centros de disseminação da aids, em que milhares de pessoas viviam em péssimas condições de higiene, na presença de prostitutas e sendo atendidas por pouquíssimos médicos e seringas.

Se o HIV já estava em circulação havia décadas, como ele só foi dar as caras na década de 1980? É que depois de cruzar a barreira entre espécies para seres humanos, o vírus teria levado um certo tempo para se adaptar e se espalhar a ponto de criar uma epidemia. Bem antes de a aids chegar ao Ocidente, ela já estava crescendo lentamente na África, sem nunca ter sido adequadamente analisada. Só algumas décadas depois, nos anos 70, ela chegou aos EUA onde foi pela primeira vez diagnosticada. Ainda não sabemos como isso aconteceu: há teorias que apontam, como porta de entrada na América, caribenhos que teriam viajado à África e trazido o vírus. O fato é que, capaz de esconder-se no organismo durante anos sem se manifestar, não é muito difícil que o vírus tenha silenciosamente viajado pelos continentes antes de ser detectado.

A grande epidemia
Um problema desse tamanho pedia uma solução à altura. Bilhões de dólares começaram a ser investidos em pesquisas de vírus e foi só então que começamos a entender os truques deles para vencer as defesas do nosso organismo. Os resultados de tantos gastos não foram um sucesso, mas também não foram um fracasso. Temos hoje um coquetel de remédios capaz de atacar ao mesmo tempo vários pontos fracos do HIV, uma estratégia essencial para encarar um parasita capaz de mudar rapidamente e driblar as tentativas de exterminá-lo. Os remédios conseguem reduzir em 99% o número de vírus no organismo, mas o pouco que falta faz a diferença entre a cura e a enfermidade – e é mais difícil de ser eliminado que todo o resto. Alguns retrovírus conseguem se manter inativos por anos dentro de células do sistema imunológico, sem serem afetados pelos anti-retrovirais. Parece até que a pessoa está curada, mas ela continua sendo capaz de transmitir o HIV através de relações sexuais. E, se o tramento anti-retroviral for interrompido, o vírus pode simplesmente acordar e contaminar todo o resto do organismo novamente.

Mas, se no começo da epidemia as pessoas contaminadas morriam pouco após os primeiros sintomas, hoje uma pessoa com HIV tem vários meios de evitar que a doença se manifeste. Tornou-se importante diferenciar uma pessoa soropositiva – que tem o vírus HIV no sangue – de alguém com aids, ou seja, que apresenta alguma deficiência no sistema imunológico. O sucesso dos tratamentos fez até anunciarem que a doença havia deixado de ser fatal para virar um mal crônico, como o herpes ou a diabetes: algo com o qual se tem que conviver mas que, tomados os devidos cuidados, não atrapalha muito a vida.

Essa é mesmo a realidade de muitos brasileiros, mas, nesse caso, nós somos uma feliz exceção. Apenas uma fração mínima da população mundial tem acesso ao tratamento com anti-retrovirais, que ainda é bastante caro. Só para se ter uma idéia, em 2005, o governo brasileiro gastou 800 milhões de reais com medicamentos para 170 mil soropositivos. Devido à atuação eficiente do Ministério da Saúde, todas as pessoas soropositivas podem ser acompanhadas por médicos, e as que têm necessidade de tratamento recebem gratuitamente o coquetel de drogas anti-retrovirais. Também existem postos em que qualquer um pode fazer, anonimamente, o exame de sangue.

Na maior parte do planeta, entretanto, quem tem o HIV muitas vezes morre sem ter acesso a qualquer medicamento. Segundo relatório do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/Aids (Unaids) apenas um em cada 10 africanos que precisam de tratamento recebe alguma assistência, enquanto na Ásia é um em cada 7. E de cada 10 pessoas portadoras do vírus no mundo, apenas uma fez o teste e sabe que está infectada. Sem prevenção, o HIV se espalha, e a África Subsaariana é o exemplo mais radical disso. A região, onde vive 10% da população mundial, concentra 60% de todos os portadores de HIV do mundo. Os números dão uma idéia da catástrofe: na Suazilândia, 43% da população está infectada pelo HIV, e em Botsuana, onde 37% da população está contaminada, a expectativa de vida caiu de 65 anos (entre 1990 e 1995) para 39 anos hoje, por causa da epidemia. “Nos países pobres, uma pessoa doente não tem condições de trabalhar e ainda precisa que seus parentes cuidem dela, o que desestabiliza a família. Alguns países em desenvolvimento viram a economia regredir 50 anos desde o começo da epidemia”, diz Renu Chahil-Graf, representante e coordenadora do Unaids no Brasil. Isso vira um círculo vicioso: com a família em frangalhos, crianças são obrigadas a sair da escola, deixam de aprender fatores de prevenção e se tornam mais suscetíveis a contrair o HIV. Em Botsuana, a previsão é que a diminuição da população economicamente ativa e o aumento no número de órfãos façam a renda per capita cair 13% nos próximos 10 anos. E as próprias crianças estão ameaçadas: a cada minuto, uma é infectada no mundo e outra morre em decorrência da aids.

Os próximos 25 anos
As perspectivas não são boas para quem sofre, além do HIV, de pobreza. Algumas previsões, principalmente para a África, são assustadoras: segundo o Unicef, nos próximos 5 anos o continente vai ter 18 milhões de crianças que perderam seus pais devido à aids. O Unaids afirma que, se não houver investimentos de longo prazo, o número de vítimas da doença pode chegar a 83 milhões em 20 anos, mais de 3 vezes o número total de vítimas do HIV até hoje no planeta.

“A grande esperança na luta contra a aids está nas pesquisas científicas, que podem trazer uma cura ou uma vacina”, afirma Renu Chahil-Graf. Existem boas notícias nesse campo. No final de 2005, uma equipe liderada por David Margolis, da Universidade da Carolina do Norte, EUA, afirmou que o ácido valpróico, uma droga usada no tratamento de epilepsia, parece ser capaz de obrigar os vírus latentes, aqueles que ficam inativos dentro do sistema imunológico, a se desentocar, o que os torna vulneráveis ao tratamento. Pode ser um atalho para a cura, mas, como em toda pesquisa nesse campo, é preciso ter cuidado. O próprio Margolis diz que esse é um resultado importante, mas que ainda são necessárias muitas outras pesquisas para avaliar o efeito desse ácido e transformá-lo em um remédio.

Em um futuro próximo, não há previsão de alcançarmos uma cura ou vacina. Nessa situação, o melhor a fazer é impedir que o vírus se espalhe. “Cada dólar que deixa de ser gasto em prevenção significa despesas muito maiores no futuro, em tratamento ou mesmo em perdas na força de trabalho do país”, diz Chahil-Graf. Os programas de maior sucesso são aqueles que atacam o problema em duas frentes: educam a população em métodos de prevenção e, ao mesmo tempo, investem em tratamento de quem já está doente. Não é muito óbvio, mas faz sentido: segundo a Organização Mundial da Saúde, a prevenção e o tratamento funcionam muito melhor em dupla. Nas muitas regiões onde não existem remédios ou há preconceito contra soropositivos, para que uma pessoa vai querer saber se tem ou não o vírus? A disponibilidade de tratamento funciona como um estímulo para que as pessoas façam o teste de HIV. Em uma região de Uganda, por exemplo, a chegada de remédios fez o número de testes aumentar 27 vezes. E, quanto mais cedo o HIV é detectado, menos se gasta em tratamento e mais dinheiro sobra para campanhas de prevenção, criando um círculo virtuoso.

Mas a lentidão com que essas medidas são adotadas faz com que, depois de 25 anos de batalhas, ainda estejamos perdendo a guerra contra a aids. Em algumas regiões, o preconceito contra soropositivos aliado a tabus sexuais que eliminam a possibilidade de sexo seguro tornam inviável introduzir medidas de prevenção. “Em sociedades em que há discriminação, as pessoas se recusam até mesmo a falar sobre aids e HIV”, diz Chahil-Graf. Pode ser que um remédio ou vacina mude a situação, mas, por enquanto, as melhores armas a nosso dispor são também as mais simples: testes de HIV, uso de preservativos e seringas descartáveis e mente aberta para aceitar os métodos de prevenção. Se não aplicarmos essas pequenas medidas, não teremos melhorado nada desde a época em que alguns homossexuais apareceram com um câncer raro nos EUA. E os próximos 25 anos serão ainda mais terríveis.




Nessa década, um vírus que costumava atingir primatas africanos, o SIV (vírus da imunodeficiência símia) infecta com sucesso o primeiro ser humano, dando origem ao HIV.

A era do sexo seguro

1930
1959
Primeiro caso documentado de morte por HIV. A identificação foi feita décadas depois, em uma amostra de plasma sanguíneo de um homem que morreu onde hoje é a República Democrática do Congo.
1981
Diversos casos de sarcoma de Kaposi e pneumonia atacando jovens gays americanos levam à conclusão de que se trata de uma nova síndrome. No final do ano, já eram 121 casos de pessoas mortas pelo novo mal.
1982
O Centro de Controle de Doenças dos EUA afirma que a doença deve ser causada por uma infecção e passa a chamá-la de aids. Define o grupo de risco como gays, hemofílicos, haitianos e usuários de drogas.
1983
Identificado o retrovírus HIV como o causador da aids. A descoberta foi, depois de muita polêmica, dividida entre Luc Montagnier, de Paris, e o americano Robert Gallo. Os primeiros casos são diagnosticados no Brasil.
1984
Nos EUA um garoto hemofílico de 13 anos, portador do vírus da aids, é expulso da escola, causando uma polêmica nacional. Identificados os primeiros casos de transmissão por relações heterossexuais.
1985
Criado o primeiro teste de sangue para detectar a presença de HIV. Ele funciona identificando os anticorpos para o vírus. Só então os bancos de sangue começam a testar as amostras doadas.
1986
Surge o primeiro remédio para o tratamento da aids, o AZT, que apresenta resultados bem limitados. Ele funciona bloqueando uma enzima essencial para a replicação do vírus, a transcriptase reversa.
1988
A Organização Mundial da Saúde (OMS) institui o 1º de dezembro como Dia Internacional de Luta Contra a Aids. A fita vermelha, símbolo da luta contra a doença, surgiria 3 anos depois.
1991
Uma década depois de ser descoberto, o HIV já infecta mais de 10 milhões de pessoas, segundo a Organização Mundial da Saúde. No Brasil, o governo registra 11 805 casos da doença.
1996
Um tratamento conhecido como coquetel de drogas anti-retrovirais aumenta em vários anos a sobrevida das pessoas infectadas. O governo brasileiro passa a dar tratamento gratuito para quem tem aids.
2005
Em todo o planeta, 40 milhões de pessoas vivem com o HIV. Ao longo do ano, 5 milhões de pessoas foram infectadas com o vírus e 3 milhões morreram devido à aids. Dessas vítimas, 570 mil são crianças.

Quantas aids existem?

Várias, e nesse momento, dentro do organismo de alguém, pode estar sendo criada uma nova. É que a aids não é uma epidemia única: existem vários tipos e subtipos de HIV. Parte disso acontece porque o vírus passou dos macacos para homens mais de uma vez. “Foram pelo menos 3 focos. Uma dessas entradas deu origem ao HIV-2, que não veio do chimpanzé, como o HIV-1, mas do macaco-verde africano”, diz o virologista Paolo Zanotto. Temos de 8 a 10 subtipos do HIV-1, e o único lugar em que todos são encontrados é a África, o que reforça a teoria de que foi lá que começou a pandemia. Para piorar, essas variações se misturam. “Quando uma pessoa é infectada ao mesmo tempo por subtipos diferentes, os vírus trocam informações genéticas e criam recombinantes, que podem ser mais bem adaptados à transmissão heterossexual ou mais resistentes às drogas”, diz Zanotto. Acrescente a isso as mutações que o vírus sofre ao se replicar e verá por que é tão difícil dar um tiro certeiro contra a aids: o alvo é móvel.

Para saber mais

And the Band Played On: Politics, People, and the Aids Epidemic - Randy Shilts, Penguin, 1987
E a Vida Continua - Filme de 1993 baseado no livro And the Band Played On
The River: A Journey to the Source of HIV and Aids - Edward Hooper, Little Brown & Co., 1999
www.unaids.org - Unaids (Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/Aids)

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

10 superalimentos que ajudam a emagrecer

A liga cheia de poderes especiais derrota a balança e combate doenças


Lance mão dos alimentos certos

Dieta saudável é sinônimo de variedade no prato, como você já sabe. Mas que tal incluir nessa seleção alguns alimentos superpoderosos quando o assunto é combater os quilinhos a mais? Não, não é história de gibi: essa liga cheia de boas intenções existe e tem todos os seus mistérios revelados pelo oráculo de nutrição do Minha Vida, Roberta Stella.

Munida de todo seu aparato técnico, infalível contra qualquer gordurinha mais saliente, ela indica em primeira mão 10 delícias (entre elas, bebidas) favoráveis ao emagrecimento e à longevidade.

Mas atenção: esses heróis na luta contra o ponteiro da balança não conseguem nada sozinhos, trata-se de um trabalho de equipe. "Não é porque a maçã está na lista que você pode riscar todas as outras frutas do cardápio" , alerta Roberta sobre a importância de um menu balanceado.

Arroz integral: típico integrante das refeições dos brasileiros, o arroz tradicional deve ser substituído de vez pelo integral . Nessa versão, a película que reveste o grão é mantida e, com ela, são preservadas fibras, vitaminas e os minerais desperdiçados quando o arroz é polido. As calorias dos dois tipos são praticamente as mesmas.



Feijão: mais um tradicional participante do prato brasileiro, esse tipo de leguminosa é rico em proteínas livres de gordura saturada. O que isso quer dizer? Simples, comilança sem preocupações com os níveis de mau colesterol. Feijão no prato, colesterol em baixa


Peixes: são fontes de ômega-3, um tipo de gordura importante na composição da membrana celular. Também desempenha um papel relevante na prevenção e tratamento de doenças cardiovasculares. Portanto, conte com as poucas calorias dos peixes para manter o equilíbrio da balança e da saúde.


Granola: trigo e aveia integrais são a base dessa mistura que torna o café-da-manhã muito mais energético. Os cereais integrais mantêm o sistema de açúcar no sangue equilibrado, prevenindo o desenvolvimento do diabetes. A granola ainda melhora o funcionamento do intestino, previne doenças cardíacas e alguns tipos de cânceres.

Nozes: elas se destacam pelo alto valor nutricional: são ricas em proteínas, gordura insaturada, vitamina E, potássio e fibras. As nozes ajudam não só o emagrecimento, como a manutenção do peso. Só não exagere na dose, pois a ingestão excessiva pode levar ao ganho de peso. Elas rendem um ótimo lanche entre as refeições principais. Uma porção de seis unidades contém 115 calorias.

Maçã: 83% da composição dessa fruta é derivada da água, fazendo com que seu valor calórico seja baixo (a unidade tem apenas 60 calorias). A maçã ainda é rica em fibras, vitaminas, minerais e pobre em gorduras. Na hora do consumo, nada de descartar a casca. Ela é fonte de fibras e de diversos nutrientes.

Tomate: entre tantos benefícios, o tomate está relacionado à prevenção de cânceres como o de próstata, pulmão e estômago. A melhor forma para usufruir de todas as vantagens do legume é ingeri-lo cozido ou processado.

Água: ainda está para existir uma bebida que supere a qualidade da água. Além de despontar como líder no ranking dos hidratantes, ela é capaz de espantar a sensação de fome se consumida regularmente ao longo do dia desde, é claro, que você não pule nenhuma refeição. E o melhor de tudo é que ela não agrega nenhuma caloria à sua dieta


Poder diurético contra as toxinas


Chás: são ótimos estimulantes da função renal e ajudam a eliminar as toxinas com seu poder diurético. Durante a perda de peso, o chá favorece a pouca ingestão de alimentos, diminuindo
assim, as calorias totais do dia.


Leite desnatado: ele apresenta uma quantidade de gordura reduzida (e de calorias também), comparando à versão integral, e entra em cena contra a osteoporose, já que é uma excelente fonte de cálcio. Somando suas qualidades, o leite desnatado pode ser considerado um parceiro ideal para ficar de bem com a balança.

Fonte: Site Minha Vida