segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Aluna fracassa em tentativa de suicídio e vira alvo de chacota
Uma aluna do colégio de Taizhong, Taiwan não compareceu a aula de educação física e, ao invés disso se escondeu na sala de aula e cortou os pulsos. Quando a professora de Educação Física soube disso, ela ridicularizou a aluna, e disse: “É divertido se cortar? Você cortou muito superficialmente. Se você tiver alguma coragem, da próxima vez, corte mais profundamente!”. A aluna que estava muito apavorada e com raiva, quase se cortou novamente.
A escola explicou que a professora estava usando palavras extremas (psicologia reversa) para ensinar aos alunos uma lição, mas admitiu que ela tinha ido longe demais e desde então se desculpou com a aluna.
O chefe da Humanística Education Foundation Feng Qiaolan diz: “A racionalização da psicologia reversa é simplesmente uma desculpa para a abusar de alunos, ela não está qualificada para ser uma professora”.
Descubra as belezas de Guarapari regada a água doce
Descubra as belezas de Guarapari regada a água doce
Guarapari regada a água doce
Quer deixar as lindas praias da cidade um pouco de lado? Então aposte no circuito rural da região e relaxe nas belas cachoeiras
Foto: Alex Gouveia
A rampa de voo livre localizada dentro da Comunidade Remanescente Quilombola oferece uma bela vista da região. É de tirar o fôlego!
Pegar a Rodovia do Sol em direção a Guarapari é certeza de já ir sonhando com os pés na areia de alguma de suas praias. E não há como negar, o balneário é uma riqueza de opções paradisíacas e para todos os gostos. Desde a tranquila Praia dos Padres à sua bombada vizinha, a Bacutia. Mas, acredite (e experimente!), o verão na Cidade Saúde pode ter um pezinho também na água doce, sentindo a brisa do melhor clima de montanha que, combinemos, é um alívio em temperaturas mais altas.
Pois foi esse o rumo que tomamos (essa repórter, o fotógrafo Alex Gouvea e o motorista Roberto Olimpio) para dar início a uma missão nada desagradável: percorrer o Litoral Sul do Estado em busca de verdadeiros refúgios (foram ao todo 593 quilômetros percorridos!). E Guarapari, nosso ponto de partida, abriga, em sua faceta menos conhecida, muitos deles, em cenários bucólicos que valem a pena a visita. Apesar de a maioria estar localizada em propriedades particulares.
É assim com a maior parte das cachoeiras que se concentram ora em fazendas sem acesso ao público, ora em locais ermos e sem segurança suficiente aos turistas. Para felicidade desses, porém, há brechas. Particulares, mas há. E são elas que formam o chamado Circuito Vale das Águas.
O Sítio Mandina, na região do Iguape, (a 17 quilômetros do centro de Guarapari) é uma delas. Sob o comando do produtor, “nascido e criado” na região, Nilton Souza, o sítio abriga uma piscina natural que já é conhecida pelas redondezas. Trata-se de um verdadeiro oásis para quem se aventura pela mata nativa do entorno, com águas límpidas e nem tão frias assim. “Fazemos frequentemente trilhas subindo pelo curso do rio e há outras quedas dágua belíssimas mais acima”, explica e convida Nilton, um entusiasta da região que vive no local com seus três filhos.
Ali, a estrutura oferecida é simples, mas eficiente. Há área para camping, um campo de futebol e uma área de churrasqueira. Apesar de que o indicado mesmo é apreciar a tradicional galinha caipira com polenta, feita pela família e de fazer repetir o prato. Ficou interessado? Não se esqueça de agendar antes o passeio. Esse e praticamente todos os demais sítios que se abrem ao turismo por ali funcionam apenas com agendamento.
Uma das razões para isso é justamente manter essa característica de refúgio natural que a região tem. “Quando ainda funcionávamos sem agendamento, recebíamos centenas de pessoas num final de semana, mas hoje o público que queremos é outro”, explica Fátima Martins, dona do Sítio Recanto das Pedras ao lado do marido, Wellington, em Cachoeirinha.
O sítio fica entre dois enormes paredões de pedra que conduzem o vento numa sinfonia única e incessante. Ali, as rajadas não param, inclusive à noite, embalando o sono de quem se hospeda no “esconderijo” do casal. É imperdível o banho nas águas do rio e da piscina natural, que atravessam a propriedade. Tanto quando tirar um bom cochilo na rede debaixo da choupana, construída entre o rio e a piscina, depois de experimentar o pernil temperado na cerveja feito no fogão a lenha por Wellington. “Ele leva dias para ser feito, mas vale a pena”. E se vale!
Donos de um papo empolgado, Fátima e Wellington fazem a hospedagem parecer o mais familiar possível. E é assim mesmo na maioria dos sítios que se abrem aos turistas na região. Poucos quartos, clima informal e recepção calorosa. A intenção só esbarra mesmo nos acessos ainda falhos aos locais, assim como a sinalização deles. Sofremos para encontrar alguns dos sítios e as estradas apresentam trechos por vezes complicados.
Mas é verdade também que em outros pontos o asfalto tem chegado para facilitar a vida dos turistas. É o caso da região de Buenos Aires que ganhou obras de pavimentação estimuladas por grandes investimentos residenciais. Pegando a chamada Rota da Ferradura (ES-476), o acesso é um convite para encurtar a distância entre a praia e a montanha.
Nele, não deixe de fazer uma parada no mirante da Pedra do Elefante. De lá é possível alcançar uma linda vista da cidade além de se divertir observando os contornos e detalhes que fazem a pedra de fato lembrar o animal.
Outro lugar de parada obrigatória é a Vila Anunciatta, já na vila de Buenos Aires. O alambique produz a bebida de forma artesanal e, veja só, pelas mãos de uma mulher. A cachaçóloga Lucia Arpini, 43 anos, foi pioneira no ofício por aquelas bandas e aprendeu tudo o que sabe hoje com o herdeiro da marca, o produtor Lauro Seda, 63.
Metalúrgico aposentado, ele retomou o antigo alambique do pai e hoje desenvolve todo o processo, da moagem da cana à venda do produto na lojinha aberta aos turistas. Vale a pena fazer uma visita às etapas do processo e, claro, degustar (quem aprecia) alguns goles da cachaça conservada em barris de carvalho europeu. Aos mais “fracos” (como eu) a dica é ficar nos não menos saborosos licores produzidos ali também. É só escolher o sabor preferido. Eu apostei no de jabuticaba e recomendo!
Uma família quilombola
Do alto de seus 88 anos, seu João Santana é uma lição de bom humor. Mas não o chame de quilombola, porque fica bravo. “Eu sou de Deus”, diz. Junto com seus 14 filhos e outras 17 famílias, que vivem no Alto Iguape, região rural de Guarapari, ele faz parte de uma legítima Comunidade Remanescente Quilombola com certificado da Fundação Palmares, instituição vinculada ao Ministério da Cultura. E essa região, além do apelo histórico e da preservação dos costumes (é possível, por exemplo, conhecer um quitungo onde se produz a farinha de mandioca), a comunidade oferece belos atrativos, como uma rampa de voo livre, de onde se tem uma vista belíssima que chega até o mar. Para alcançá-la é preciso fôlego extra (as subidas são íngremes, é necessário um carro 4x4). “Queremos fazer daqui uma área turística e instalar uma padaria para que os quilombolas produzam doces e bolos para venda. Além disso, a comunidade é a única certificada quilombola no Estado, o que é um atrativo por si só”, destaca o guia Régis Loureiro.
Guarapari
Visita à comunidade Quilombola e serviço de guia - Regis Loureiro. Tel.: 9817-9354
Alambique Vila Anunciatta - Buenos Aires. Tel.: (27) 3329-1621 ou 9922-3151
Onde ficar
Sítio Recanto das Pedras - Cachoeirinha. Diária: R$ 180 (apartamento para quatro pessoas com café da manhã). Atrações: piscina natural, rio para banho, comida caseira no fogão a lenha e churrasqueira (só com agendamento. Tels.: (27) 8143-9905 ou 8114-3043
Sítio Mandina - Iguape. Preço: R$ 15 (diária do camping - só com agendamento). Atrações: piscina natural, área de camping, campo de futebol, churrasqueira e trilha em mata nativa. Tel.: (27) 9860-5887
Sítio Recanto Feliz - Cachoeirinha. Pacote: R$ 4 mil (o final de semana para 100 pessoas). Agendamento para grupos de no mínimo 30 pessoas. Atrações: piscina, churrasqueira, rio para banho e campo de futebol society. Tel.: (27) 9772-7771
Sítio Sonho Meu -Cachoeirinha. Preço: R$ 8 (por pessoa para passar o dia). Atrações: área para camping, chalé, churrasqueira, rio para banho e jogos de mesa. Tel.: (27) 9933-2072
Rancho do Osmar -Boa Esperança. Diária: R$ 280 (o casal, com café da manhã, almoço, lanche e jantar incluídos). Atrações: piscinas (natural e artificiais), campos de bocha, vôlei e futsal, engenho de cana, corredeiras para pescaria e banho, salão de jogos e parquinho. Tel.: (27) 9913-1142. Site: ranchodoosmar.com.br
Agradecimento:
Secretaria de Turismo de Guarapari
Letícia Nóbrega
A Gazeta
Foto: Alex Gouveia
A rampa de voo livre localizada dentro da Comunidade Remanescente Quilombola oferece uma bela vista da região. É de tirar o fôlego!
Pois foi esse o rumo que tomamos (essa repórter, o fotógrafo Alex Gouvea e o motorista Roberto Olimpio) para dar início a uma missão nada desagradável: percorrer o Litoral Sul do Estado em busca de verdadeiros refúgios (foram ao todo 593 quilômetros percorridos!). E Guarapari, nosso ponto de partida, abriga, em sua faceta menos conhecida, muitos deles, em cenários bucólicos que valem a pena a visita. Apesar de a maioria estar localizada em propriedades particulares.
É assim com a maior parte das cachoeiras que se concentram ora em fazendas sem acesso ao público, ora em locais ermos e sem segurança suficiente aos turistas. Para felicidade desses, porém, há brechas. Particulares, mas há. E são elas que formam o chamado Circuito Vale das Águas.
O Sítio Mandina, na região do Iguape, (a 17 quilômetros do centro de Guarapari) é uma delas. Sob o comando do produtor, “nascido e criado” na região, Nilton Souza, o sítio abriga uma piscina natural que já é conhecida pelas redondezas. Trata-se de um verdadeiro oásis para quem se aventura pela mata nativa do entorno, com águas límpidas e nem tão frias assim. “Fazemos frequentemente trilhas subindo pelo curso do rio e há outras quedas dágua belíssimas mais acima”, explica e convida Nilton, um entusiasta da região que vive no local com seus três filhos.
Ali, a estrutura oferecida é simples, mas eficiente. Há área para camping, um campo de futebol e uma área de churrasqueira. Apesar de que o indicado mesmo é apreciar a tradicional galinha caipira com polenta, feita pela família e de fazer repetir o prato. Ficou interessado? Não se esqueça de agendar antes o passeio. Esse e praticamente todos os demais sítios que se abrem ao turismo por ali funcionam apenas com agendamento.
![]() |
| Refúgio. Vale a pena visitar o Sítio Mandina, que oferece uma deliciosa galinha caipiraFoto: Alex Gouveia |
O sítio fica entre dois enormes paredões de pedra que conduzem o vento numa sinfonia única e incessante. Ali, as rajadas não param, inclusive à noite, embalando o sono de quem se hospeda no “esconderijo” do casal. É imperdível o banho nas águas do rio e da piscina natural, que atravessam a propriedade. Tanto quando tirar um bom cochilo na rede debaixo da choupana, construída entre o rio e a piscina, depois de experimentar o pernil temperado na cerveja feito no fogão a lenha por Wellington. “Ele leva dias para ser feito, mas vale a pena”. E se vale!
Donos de um papo empolgado, Fátima e Wellington fazem a hospedagem parecer o mais familiar possível. E é assim mesmo na maioria dos sítios que se abrem aos turistas na região. Poucos quartos, clima informal e recepção calorosa. A intenção só esbarra mesmo nos acessos ainda falhos aos locais, assim como a sinalização deles. Sofremos para encontrar alguns dos sítios e as estradas apresentam trechos por vezes complicados.
Mas é verdade também que em outros pontos o asfalto tem chegado para facilitar a vida dos turistas. É o caso da região de Buenos Aires que ganhou obras de pavimentação estimuladas por grandes investimentos residenciais. Pegando a chamada Rota da Ferradura (ES-476), o acesso é um convite para encurtar a distância entre a praia e a montanha.
Nele, não deixe de fazer uma parada no mirante da Pedra do Elefante. De lá é possível alcançar uma linda vista da cidade além de se divertir observando os contornos e detalhes que fazem a pedra de fato lembrar o animal.
Outro lugar de parada obrigatória é a Vila Anunciatta, já na vila de Buenos Aires. O alambique produz a bebida de forma artesanal e, veja só, pelas mãos de uma mulher. A cachaçóloga Lucia Arpini, 43 anos, foi pioneira no ofício por aquelas bandas e aprendeu tudo o que sabe hoje com o herdeiro da marca, o produtor Lauro Seda, 63.
Metalúrgico aposentado, ele retomou o antigo alambique do pai e hoje desenvolve todo o processo, da moagem da cana à venda do produto na lojinha aberta aos turistas. Vale a pena fazer uma visita às etapas do processo e, claro, degustar (quem aprecia) alguns goles da cachaça conservada em barris de carvalho europeu. Aos mais “fracos” (como eu) a dica é ficar nos não menos saborosos licores produzidos ali também. É só escolher o sabor preferido. Eu apostei no de jabuticaba e recomendo!
Uma família quilombola
Do alto de seus 88 anos, seu João Santana é uma lição de bom humor. Mas não o chame de quilombola, porque fica bravo. “Eu sou de Deus”, diz. Junto com seus 14 filhos e outras 17 famílias, que vivem no Alto Iguape, região rural de Guarapari, ele faz parte de uma legítima Comunidade Remanescente Quilombola com certificado da Fundação Palmares, instituição vinculada ao Ministério da Cultura. E essa região, além do apelo histórico e da preservação dos costumes (é possível, por exemplo, conhecer um quitungo onde se produz a farinha de mandioca), a comunidade oferece belos atrativos, como uma rampa de voo livre, de onde se tem uma vista belíssima que chega até o mar. Para alcançá-la é preciso fôlego extra (as subidas são íngremes, é necessário um carro 4x4). “Queremos fazer daqui uma área turística e instalar uma padaria para que os quilombolas produzam doces e bolos para venda. Além disso, a comunidade é a única certificada quilombola no Estado, o que é um atrativo por si só”, destaca o guia Régis Loureiro.
Guarapari
Visita à comunidade Quilombola e serviço de guia - Regis Loureiro. Tel.: 9817-9354
Alambique Vila Anunciatta - Buenos Aires. Tel.: (27) 3329-1621 ou 9922-3151
Onde ficar
Sítio Recanto das Pedras - Cachoeirinha. Diária: R$ 180 (apartamento para quatro pessoas com café da manhã). Atrações: piscina natural, rio para banho, comida caseira no fogão a lenha e churrasqueira (só com agendamento. Tels.: (27) 8143-9905 ou 8114-3043
Sítio Mandina - Iguape. Preço: R$ 15 (diária do camping - só com agendamento). Atrações: piscina natural, área de camping, campo de futebol, churrasqueira e trilha em mata nativa. Tel.: (27) 9860-5887
Sítio Recanto Feliz - Cachoeirinha. Pacote: R$ 4 mil (o final de semana para 100 pessoas). Agendamento para grupos de no mínimo 30 pessoas. Atrações: piscina, churrasqueira, rio para banho e campo de futebol society. Tel.: (27) 9772-7771
Sítio Sonho Meu -Cachoeirinha. Preço: R$ 8 (por pessoa para passar o dia). Atrações: área para camping, chalé, churrasqueira, rio para banho e jogos de mesa. Tel.: (27) 9933-2072
Rancho do Osmar -Boa Esperança. Diária: R$ 280 (o casal, com café da manhã, almoço, lanche e jantar incluídos). Atrações: piscinas (natural e artificiais), campos de bocha, vôlei e futsal, engenho de cana, corredeiras para pescaria e banho, salão de jogos e parquinho. Tel.: (27) 9913-1142. Site: ranchodoosmar.com.br
Agradecimento:
Secretaria de Turismo de Guarapari
Letícia Nóbrega
A Gazeta
domingo, 20 de janeiro de 2013
Óleo de coco emagrece mesmo? Nutricionista revela o "segredo" do produto
Óleo de coco emagrece mesmo? Nutricionista revela o "segredo" do produto
O óleo de coco aumenta o colesterol bom e também previne doenças cardiovasculares. Mas sua eficácia ainda não está comprovada cientificamente
Estar com o corpo em forma, com tudo no lugar. Quem não gostaria, não é mesmo? Para ajudar a tornar esse desejo uma realidade, volta e meia surgem no mercado produtos que prometem tornar-se um aliado contra as temidas gordurinhas extras. O óleo de coco é um exemplo!
O produto, queridinho da estação é extraído do fruto maduro e, praticamente, virou febre entre aqueles que desejam vencer de uma vez por todas a guerra contra a balança. Mas será que o óleo de coco emagrece mesmo?
“De certo mesmo, sabemos que o óleo de coco tem a propriedade de aumentar o colesterol bom, conhecido com HDL, e também previne doenças cardiovasculares”, diz a nutricionista Danielly Serrano.
Segundo ela, a eficácia do óleo de coco ainda não está comprovada cientificamente. “Algumas pesquisas até mostram casos de pessoas que
ingeriram o óleo de coco e tiveram perda de peso, porém, elas também foram submetidas a uma dieta, o que por si só já resultaria em perda de peso”, lembra.
Sem exageros
Vale lembrar que o óleo de coco é uma gordura. Para quem faz uso do produto, não adianta exagerar nas frituras e doces, pois ele não será o salvador da pátria! Para se ter uma ideia, cada grama de óleo de coco equivale a nove calorias, como qualquer outra gordura. Então, apenas incorporá-lo a uma dieta desequilibrada, e sem praticar exercícios físicos, ele não fará com que o ponteiro da balança caia!
Para quem está disposto a testar os efeitos do óleo de coco, o ideal são duas colheres de sopa por dia, podendo ser adicionadas na preparação de alimentos. “O óleo de coco pode ser usado em substituição de outros óleos, como o azeite na salada, por exemplo”, lembra Danielly Serrano.
Por fim, antes de comprar o primeiro frasco do produto que aparecer na sua frente, é preciso ter atenção em relação à procedência. O ideal é consultar um profissional para indicar o melhor óleo. “Há muitas opções no mercado e nem todas são confiáveis. Além disso, a nutricionista também poderá indicar a quantidade ideal para ser consumida. Isso varia de acordo com o peso, o tipo de dieta da pessoa e a quantidade de vezes que ela pratica atividade física, dentre outros fatores”, destaca a nutricionista.
Folha Vitória
Pitbulls devem ser banidos? Eles são mesmo perigosos?
Os pitbulls nem sempre foram vistos com maus olhos
Por Jennifer Viegas
A Corte de Apelação de Maryland recentemente declarou que os pitbulls e mestiços da raça são “intrinsecamente perigosos”, mas muitos especialistas e advogados acreditam que a corte se excedeu.
Tal definição implica que todos os pitbulls, independentemente da genética e do meio, nascem com tendências violentas, algo que a ciência parece refutar.
Um estudo da Universidade da Pensilvânia descobriu que os cães que mais mordem humanos são de raças menores, como dachshund, chihuahua e jack russell terrier.
No entanto, os pitbulls são famosos por atacar e às vezes matar pessoas e outros animais. Na década de 1990, a Sociedade Protetora dos Animais de São Francisco e a Sociedade Winsconsin Humane Society tentou renomear os pitbulls socializados como “St. Francis Terriers”, mas a iniciativa foi suspensa quando alguns dos cães adotados mataram gatos domésticos e apresentaram comportamentos indesejados.
Os pitbulls nem sempre foram vistos com maus olhos. No início do século XX, a raça estava na moda e era bastante popular. Em “Os Batutinhas”, série repleta de crianças, o animal de estimação era um pitbull. Será que os cães mudaram ao longo dos anos?
Alguns, sim.
“É possível que algo tenha mudado, já que alguns cachorros dessa raça têm sido criados para brigar”, declarou Jennifer Scarlett, veterinária e co-presidente da Sociedade Protetora dos Animais de San Francisco.
A veterinária citou estudos com raposas, que mostraram que o tratamento dado a um animal pode afetar a personalidade das gerações seguintes. Os pitbulls de hoje parecem mais agressivos com outros cachorros, mas não necessariamente com humanos.
“Em um ringue de luta, às vezes a boca do cachorro é aberta à força, então eles costumam concentrar a agressividade em outros cães”, explicou.
Scarlett, que discorda da corte de Maryland e já debateu o assunto em fóruns públicos, disse que há muitos animais completamente sociáveis e bem treinados que não machucam ninguém.
“Cachorros fortes e agressivos, independentemente da raça, podem ser treinados. Mas o que é inerente e o que é ensinado, nesses casos? Será que todos os cachorros deveriam ficar soltos nos parques, por exemplo? Não”.
Muito desse comportamento está ligado aos donos, e é aí que surge o grande problema.
Scarlett disse que há pelo menos uma pesquisa em andamento, que tenta identificar os fatores que levariam um segmento da população a correr mais riscos de ser atacada por um cão.
Com base em relatos, imagina-se que fatores sócio-econômicos, castração, socialização e treinamento possam influenciar na predisposição a ataques. Há muitos casos de tragédias envolvendo bebês e filhotes não supervisionados de pitbull, rottweiler e mastiff.
Jennifer Lu, gerente de comunicações da Sociedade Protetora dos Animais de San Francisco, disse que os pitbulls podem ter uma má reputação agora, mas que isso também já aconteceu com outras raças, como doberman e pastor alemão. Alguns criadores tentaram criar versões mais agressivas desses cães para atender à demanda.
Diante disso, muitos abrigos fazem campanha contra “fábricas de cães” que colocam o lucro à frente do bem-estar dos animais. A agressividade não é a única consequência desse ato criminoso. Donos que querem cães com visual diferente, como os chihuahuas com cabeça de maçã, podem não perceber que “os criadores exploram um efeito genético que impede o crânio de se fechar”. Segundo Lu, “Isso deixa uma parte da cabeça dos cães mais vulnerável”.
O buldogue francês é uma raça amigável, mas o costume dos criadores de realizar partos por cesariana pode deixar os cães mais vulneráveis a problemas de saúde.
No final das contas, os cães são os que mais sofrem. A porcentagem de eutanásia é cada vez maior, independentemente da raça do cachorro.
Betsy McFarland, vice-presidente do The Humane Society, dos Estados Unidos, teme que o sofrimento dos cães aumente ainda mais após a declaração feita em Maryland. É possível que donos de casas proíbam os inquilinos de terem pitbulls, o que aumentará a quantidade de cães em abrigos e, consequentemente, o número de eutanásias.
McFarland concluiu que “A legislatura deveria conduzir uma investigação baseada apenas em fatos e testemunhas, considerar a ciência disponível, e tomar decisões sensatas e racionais sobre esta importante questão”.
animalplanet.discoverybrasil.uol.com.br/pitbulls-sao-intrinsecamente-perigosos/
Por Jennifer Viegas
A Corte de Apelação de Maryland recentemente declarou que os pitbulls e mestiços da raça são “intrinsecamente perigosos”, mas muitos especialistas e advogados acreditam que a corte se excedeu.
Tal definição implica que todos os pitbulls, independentemente da genética e do meio, nascem com tendências violentas, algo que a ciência parece refutar.
Um estudo da Universidade da Pensilvânia descobriu que os cães que mais mordem humanos são de raças menores, como dachshund, chihuahua e jack russell terrier.
No entanto, os pitbulls são famosos por atacar e às vezes matar pessoas e outros animais. Na década de 1990, a Sociedade Protetora dos Animais de São Francisco e a Sociedade Winsconsin Humane Society tentou renomear os pitbulls socializados como “St. Francis Terriers”, mas a iniciativa foi suspensa quando alguns dos cães adotados mataram gatos domésticos e apresentaram comportamentos indesejados.
Os pitbulls nem sempre foram vistos com maus olhos. No início do século XX, a raça estava na moda e era bastante popular. Em “Os Batutinhas”, série repleta de crianças, o animal de estimação era um pitbull. Será que os cães mudaram ao longo dos anos?
Alguns, sim.
“É possível que algo tenha mudado, já que alguns cachorros dessa raça têm sido criados para brigar”, declarou Jennifer Scarlett, veterinária e co-presidente da Sociedade Protetora dos Animais de San Francisco.
A veterinária citou estudos com raposas, que mostraram que o tratamento dado a um animal pode afetar a personalidade das gerações seguintes. Os pitbulls de hoje parecem mais agressivos com outros cachorros, mas não necessariamente com humanos.
“Em um ringue de luta, às vezes a boca do cachorro é aberta à força, então eles costumam concentrar a agressividade em outros cães”, explicou.
Scarlett, que discorda da corte de Maryland e já debateu o assunto em fóruns públicos, disse que há muitos animais completamente sociáveis e bem treinados que não machucam ninguém.
“Cachorros fortes e agressivos, independentemente da raça, podem ser treinados. Mas o que é inerente e o que é ensinado, nesses casos? Será que todos os cachorros deveriam ficar soltos nos parques, por exemplo? Não”.
Muito desse comportamento está ligado aos donos, e é aí que surge o grande problema.
Scarlett disse que há pelo menos uma pesquisa em andamento, que tenta identificar os fatores que levariam um segmento da população a correr mais riscos de ser atacada por um cão.
Com base em relatos, imagina-se que fatores sócio-econômicos, castração, socialização e treinamento possam influenciar na predisposição a ataques. Há muitos casos de tragédias envolvendo bebês e filhotes não supervisionados de pitbull, rottweiler e mastiff.
Jennifer Lu, gerente de comunicações da Sociedade Protetora dos Animais de San Francisco, disse que os pitbulls podem ter uma má reputação agora, mas que isso também já aconteceu com outras raças, como doberman e pastor alemão. Alguns criadores tentaram criar versões mais agressivas desses cães para atender à demanda.
Diante disso, muitos abrigos fazem campanha contra “fábricas de cães” que colocam o lucro à frente do bem-estar dos animais. A agressividade não é a única consequência desse ato criminoso. Donos que querem cães com visual diferente, como os chihuahuas com cabeça de maçã, podem não perceber que “os criadores exploram um efeito genético que impede o crânio de se fechar”. Segundo Lu, “Isso deixa uma parte da cabeça dos cães mais vulnerável”.
O buldogue francês é uma raça amigável, mas o costume dos criadores de realizar partos por cesariana pode deixar os cães mais vulneráveis a problemas de saúde.
No final das contas, os cães são os que mais sofrem. A porcentagem de eutanásia é cada vez maior, independentemente da raça do cachorro.
Betsy McFarland, vice-presidente do The Humane Society, dos Estados Unidos, teme que o sofrimento dos cães aumente ainda mais após a declaração feita em Maryland. É possível que donos de casas proíbam os inquilinos de terem pitbulls, o que aumentará a quantidade de cães em abrigos e, consequentemente, o número de eutanásias.
McFarland concluiu que “A legislatura deveria conduzir uma investigação baseada apenas em fatos e testemunhas, considerar a ciência disponível, e tomar decisões sensatas e racionais sobre esta importante questão”.
animalplanet.discoverybrasil.uol.com.br/pitbulls-sao-intrinsecamente-perigosos/
Homem marca encontro pela internet e acaba agredido, em Linhares
Mecânico marca encontro pela internet e acaba agredido, em Linhares
A vítima disse à Polícia Militar que foi agredida por dez homens. Os suspeitos não foram identificados
Um mecânico de 47 anos disse que foi agredido por dez homens na noite dessa quinta-feira (17), no bairro Interlagos, em Linhares, Norte do Estado. Ele havia marcado um encontro com duas mulheres através de uma rede social na Internet e, quando chegou no local combinado, foi surpreendido pelos agressores.
O fato aconteceu por volta de 20h30, na Avenida Cláudio Manoel da Costa. A vítima contou à PM que é de Manaus, no Estado do Amazonas, mas está em Linhares a trabalho. Sentindo-se solitário, ele entrou em uma sala de bate-papo na Internet e acabou conhecendo as duas mulheres. Os três marcaram o encontro próximo à Linha Verde.
Ao chegar no local combinado, o mecânico disse que foi abordado por vários homens que, sem motivo algum, começaram a agredi-lo com socos e chutes. Ele ainda teve o telefone celular roubado pelos agressores, que fugiram em seguida. Após a surra, a vítima entrou em contato com a PM.
O mecânico sofreu escoriações no rosto, nos braços e um ferimento na cabeça. Ele foi socorrido para o Hospital Geral de Linhares (HGL). Os agressores e as supostas mulheres com quem ele havia marcado o encontro ainda não foram identificados.
Fonte: A Gazeta
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Tubarões, os assassinos dos mares?
Vídeo: Shark attack - Ataque de Tubarão
É fácil acreditar na imagem popular de um tubarão como um predador voraz, mas a maioria dos tubarões está adaptada para comer outro tipo de alimento. O maior tubarão existente se alimenta de plâncton e pequenos peixes.
Ironicamente, o tubarão-baleia, o maior de todos, vive quase exclusivamente de uma dieta de plâncton e pequenos peixes, enquanto caçadores como os tubarões-brancos comem de tudo, desde grandes peixes a focas; incluindo carcaças de baleias. Entre estes dois extremos, sabe-se que os tubarões podem se alimentar de tudo, desde pequenos crustáceos, como caranguejos e lagostas, a lulas, cardumes de peixes, moluscos do fundo do mar e até pássaros marinhos.
O tubarão-tigre é talvez famoso por ser o mais guloso e mais oportunista de todos os tubarões. Já foi encontrado todo tipo de coisas dentro dos estômagos destes tubarões, incluindo placas de automóveis, latas de gasolina, pedaços de correntes de ferro e outros objetos fabricados; além de cobras-do-mar, tartarugas e albatrozes.
Fonte: Discovery Channel
É fácil acreditar na imagem popular de um tubarão como um predador voraz, mas a maioria dos tubarões está adaptada para comer outro tipo de alimento. O maior tubarão existente se alimenta de plâncton e pequenos peixes.
Ironicamente, o tubarão-baleia, o maior de todos, vive quase exclusivamente de uma dieta de plâncton e pequenos peixes, enquanto caçadores como os tubarões-brancos comem de tudo, desde grandes peixes a focas; incluindo carcaças de baleias. Entre estes dois extremos, sabe-se que os tubarões podem se alimentar de tudo, desde pequenos crustáceos, como caranguejos e lagostas, a lulas, cardumes de peixes, moluscos do fundo do mar e até pássaros marinhos.
O tubarão-tigre é talvez famoso por ser o mais guloso e mais oportunista de todos os tubarões. Já foi encontrado todo tipo de coisas dentro dos estômagos destes tubarões, incluindo placas de automóveis, latas de gasolina, pedaços de correntes de ferro e outros objetos fabricados; além de cobras-do-mar, tartarugas e albatrozes.
Fonte: Discovery Channel
Briga selvagem: Leão vs Tigre.
Por Yuri Vasconcelos
Se fosse para apostar, o mais garantido seria você jogar todas as sua fichas no leão! Isso porque ele é mais "treinado" para a briga do que o tigre e possui características anatômicas que lhe dão vantagem. O tira-teima para saber qual deles sairia vitorioso, no entanto, é quase impossível na natureza: os dois vivem em continentes distintos. Os leões ficam nas savanas africanas, enquanto os tigres são encontrados a milhares de quilômetros de lá, na Ásia. No hábitat natural as tretas não rolam, mas em cativeiro os dois felinos já protagonizaram alguns quebra-paus. E, nos poucos registros desse tipo de luta, o leão normalmente levou a melhor, fazendo jus ao título de "rei da selva". Um dos combates mais célebres recebeu o nome de The Big Cage - algo como "A Grande Jaula". Os dois animais se engalfinharam trocando patadas e mordidas, num duelo sensacional que a gente recria neste infográfico. Nele você verá quem leva a melhor em vários quesitos. Ficou um duelo simplesmente animal!
TAMANHO
===========================================
Aqui o tigre leva boa vantagem. Os leões medem, em média, 2 metros de comprimento e pesam, no máximo, 270 quilos. Já algumas espécies de tigres, como o siberiano, chegam a mais de 3 metros e a 300 quilos. Mas será que tamanho vai ser documento nesta disputa?
ARMAS DE DEFESA
Na hora do "vamuvê", os dois agem de forma parecida, tentando abocanhar o pescoço do rival. Mas o leão leva vantagem para se defender: sua juba protege o pescoço das mordidas do tigre. Sem falar que a juba faz o leão parecer maior do que é, o que intimida o rival
ARMAS DE ATAQUE
Além da juba, outra boa adaptação anatômica do leão para a luta são suas patas dianteiras. Elas são mais musculosas que as do tigre e concentram a força do "rei da selva". Como a patada é uma importante arma de ataque, os golpes do leão são mais fortes e eficazes
AGILIDADE
Ao contrário do leão, o tigre tem como ponto forte as patas traseiras, mais musculosas. Essa característica confere mais agilidade ao felino asiático, que é capaz de dar saltos maiores do que o leão. Em relação à velocidade, dá empate: ambos atingem cerca de 80 km/h
ESTRATÉGIA
Enquanto o leão é mais calmo e concentrado, o tigre é geralmente nervoso e apreensivo. Essa diferença sugere que o tigre teria menos capacidade de analisar friamente o rival, aumentando sua desvantagem. Ao final desse grande duelo, o vencedor provavelmente seria o leão [Publicado na Edição 51 - 05/2006 da Revista Mundo Estranho]
De acordo com a professora Antonia Cecília Amaral, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), um deles levaria vantagem.
===========================================
ARMAS DE DEFESA
Na hora do "vamuvê", os dois agem de forma parecida, tentando abocanhar o pescoço do rival. Mas o leão leva vantagem para se defender: sua juba protege o pescoço das mordidas do tigre. Sem falar que a juba faz o leão parecer maior do que é, o que intimida o rival
ARMAS DE ATAQUE
Além da juba, outra boa adaptação anatômica do leão para a luta são suas patas dianteiras. Elas são mais musculosas que as do tigre e concentram a força do "rei da selva". Como a patada é uma importante arma de ataque, os golpes do leão são mais fortes e eficazes
AGILIDADE
Ao contrário do leão, o tigre tem como ponto forte as patas traseiras, mais musculosas. Essa característica confere mais agilidade ao felino asiático, que é capaz de dar saltos maiores do que o leão. Em relação à velocidade, dá empate: ambos atingem cerca de 80 km/h
ESTRATÉGIA
Enquanto o leão é mais calmo e concentrado, o tigre é geralmente nervoso e apreensivo. Essa diferença sugere que o tigre teria menos capacidade de analisar friamente o rival, aumentando sua desvantagem. Ao final desse grande duelo, o vencedor provavelmente seria o leão [Publicado na Edição 51 - 05/2006 da Revista Mundo Estranho]
De acordo com a professora Antonia Cecília Amaral, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), um deles levaria vantagem.
Segundo a professora, o leão tem o hábito de caçar em grupo. Ele se aproxima furtivamente com sua "gangue", cerca a vítima e, a uma distância adequada, ataca. Uma curiosidade sobre o leão é que o macho não caça, quem faz isso são as fêmeas. E o quê faz o leão? Faz sua parte na reprodução e cuida das fêmeas.
Já o tigre, explica Antonia Cecília, é um caçador solitário. O felino asiático igualmente se aproxima furtivamente da presa, mas, como caça sozinho, ele tem que dar um ataque mais certeiro. Outra diferença entre os dois é o habitat: enquanto o tigre vive nas florestas, o leão vive nas savanas africanas. Contudo, os dois já dividiram espaços na África e o leão sobreviveu, nesse continente, em uma pequena área na Índia, sendo protegido no parque nacional Gir.
Mas, de acordo com a professora, a grande diferença está nas dimensões e no peso dos dois predadores: um leão macho adulto chega até a 260 kg e até 1,9 m de comprimento (sem a cauda), enquanto o tigre é mais pesado (até 300 kg) e é bem maior (até 2,8 m, também sem contar a cauda). O veredito de Antonia Cecília Amaral: o tigre certamente venceria. Contudo, ela ressalva, é uma resposta difícil e representa apenas uma disputa de um contra um, sem a "gangue" das leoas.
E se esses gigantes do velho mundo encontrassem o maior predador brasileiro, a onça pintada? Bem, se usarmos o mesmo critério, a onça, coitada, apanharia feio. Um animal adulto pode chegar a 120 kg e 1,8 m (sem cauda). Contudo, o terreno poderia fazer a grande diferença. A onça pintada tem hábitos parecidos com o tigre, mas gosta muito de subir em árvores, o que poderia lhe dar uma vantagem para alguma estratégia contra os inimigos.
Documentário diz que juba salva o leão
Um documentário feito pela TV pelo Discovery Channel já tentou responder essa pergunta. Segundo o programa, o leão é um "brigão destemido" e o tigre um "assassino furtivo". O tigre é um caçador solitário, que rasteja para pegar a presa e se camufla no ambiente, além de preferir matar com apenas um ataque na coluna. Já os leões caçam em bandos e, apesar de conseguir matar a presa rapidamente, prefere o estrangulamento, pois é um ataque mais adequado a presas maiores que alimentarão o grupo.
Ambos usam as garras para abater a presa e têm fraquezas em comum: pouca resistência, só alcançam grande velocidade em pequenas distâncias. O tigre tem a força e o tamanho maiores como vantagem, mas o leão é mais agressivo e mais hábil. Através de um modelo computadorizado, o documentário afirma que a juba salvaria o leão de um ataque mortal na coluna e o rei das selvas venceria a disputa.
Re: Leão do Atlas vs Tigre siberiano
Esse é mais um daqueles duelos que sairia faísca que renderia muitas discussões acirradas, simplesmente pelo fato de muitas pessoas terem predileções por um desses animais e opinarem com total parcialidade. E pode ser que apareçam esses casos aqui e em tópicos da mesma natureza, eu só me limitarei a dar minha opinião sem perder tempo com essas discussões totalmente parciais, caso apareçam.
Antes de tudo, o peso proposto está bem acima das estimativas médias de pesos dos dois animais. Para o Tigre Siberiano (Panthera tigris altaica), pelo que eu saiba antigamente se encontravam alguns exemplares pesados assim como o proposto, hoje já é mais difícil. Já o Leão do Atlas ou de Barbary (Panthera leo Leo) por se tratar de um animal que foi extinto na natureza faz tempo, não se tem dados concretos de seu peso, mas a estimativa é bem menor também. Como tiveram alguns casos de Leões Africanos que pesaram muito, eu acredito que possam ter tido alguns casos bem isolados de Leão do Atlas também chegando a grandes pesos, mas é mera especulação de minha parte.
Se formos querer coletar vídeos antigos onde aparentemente aparecem Leões do Atlas e Tigres ou Tigresas, teremos diversas discussões. Esses vídeos antigos de filmes feitos com cenas reais de lutas, lutas antigas em circos, etc podem sempre ter o dedo do bicho homem e algumas edições. Pra mim os 2 vídeos mais polêmicos, um é aquele onde o que parece ser uma Tigresa (pelo tamanho) caí de forma estranha (uns dizem que foi pela exaustão, outros que alguém atirou, e devem ter outras teorias) quando lutava com um grande Leão com juba bem volumosa. Outro vídeo, que pelo menos parece não ter tido tantos cortes, é aquele em que um Tigre ou Tigresa pega um Leão também com juba volumosa e encaixa uma mordida no seu pescoço, deixando o Leão praticamente rendido de costas para o chão, porém o duelo é parado com um jato de água.
A maiorias dos outros vídeos que eu me lembre, no confronto 1 X 1 os animais não chegam a nenhuma finalização, creio que boa parte deles (principalmente aqueles mais atuais em parques) os animais já estão acostumados com a presença um do outro, e acabam apenas se estranhando, às vezes um pouco mais ferozmente, mas quase nunca chegando a ir até a morte.
Por isso que nesse tipo de combate eu prefiro apenas me arriscar na teoria. Tem-se também aqueles relatos históricos, ao que parece pelo que eu me lembre, o Tigre costumou levar a melhor (isso foi postado no Orkut na comunidade “Território Selvagem” fazem anos, até tentei achar o link dessas postagens, mas ainda não consegui), e tem-se algumas notícias, ao meu ver exageradas, como essa: Tigre mata leão com uma só patada em zoológico na Turquia: http://noticias.uol.com.br/bbc/2011/03/08/tigre-mata-leao-com-uma-so-patada-em-zoologico-na-turquia.jhtm
Creio que devem ter notícias de casos exagerados contrários também, mas não me recordo.
Por isso, para esse tipo de duelo eu prefiro apenas me apegar com a teoria das armas e capacidades que vejo nos 2 animais. Pra mim, no mesmo peso esse é um duelo muito disputado, onde os 2 animais tem chances de vitória.
Porém, em teoria, o único diferencial positivo de certa forma que vejo para o Leão, é a Juba Volumosa (que não é nenhuma armadura, mas pode ajudar a amortecer algumas patadas, quem sabe dificultar o encaixe de algumas mordidas, mas que se encaixada, não impediria o travamento dos caninos compridos de um Tigre, e o estrago das patadas iniciais ainda poderia ser feito em todo o restante do corpo que não tem Juba, tal como a face por exemplo, e notem que nos 2 casos, eu disse Algumas, pois sei que se tratam de pêlos, que inclusive já vi serem arrancados tufos deles em brigas entre Leões) e talvez a iniciar os ataques. Mas felino acuado geralmente demonstra combate, isso se o Tigre relutasse (mas que já voltaria a equilibrar o combate), mas sabe-se que a agressividade varia de animal para animal, portanto, o Tigre poderia também buscar o combate até mesmo antes do que o Leão.
Já no Tigre creio que o diferencial, mesmo que não seja grande, é maior, e está presente no tamanho das garras e dentes caninos, pelo que eu saiba eles já são maiores em Tigres de Bengala, se considerarmos um Tigre Siberiano desse tamanho então, mesmo que no mesmo peso de um Leão, creio que ele tende a ter essa vantagem. Outro diferencial é a agilidade (nessa hora não ter juba é um ponto positivo no meu ver), a explosão e força bruta (embora isso deva ser um dado mais discutível, creio que pelo modo de vida, de ter que abater sozinho presas diversas, até mesmo Ursos, creio que ele tenha essa vantagem também, lembro até que o Tigre esteve entre os animais mais fortes naqueles programas do "Animal Planet ao Extremo", apenas a título de curiosidade), salto e velocidade também. Eu vejo o Tigre sendo um animal mais atlético, mais completo que um Leão, embora ainda assim o Leão seja um animal pré-disposto para o combate que também apresenta ótimas armas para o mesmo, porém creio que menores.
Se jogar tudo isso numa balança, eu daria o favoritismo ao Tigre Siberiano, 7/3 ou 6/4, mas acredito que o vencedor sairia bem ferido na maioria dos casos. Creio que seria um combate duro e violento!! Essa é apenas minha visão deste combate, mas eu tenho certeza que tem gente que pensa o contrário!
Antes de tudo, o peso proposto está bem acima das estimativas médias de pesos dos dois animais. Para o Tigre Siberiano (Panthera tigris altaica), pelo que eu saiba antigamente se encontravam alguns exemplares pesados assim como o proposto, hoje já é mais difícil. Já o Leão do Atlas ou de Barbary (Panthera leo Leo) por se tratar de um animal que foi extinto na natureza faz tempo, não se tem dados concretos de seu peso, mas a estimativa é bem menor também. Como tiveram alguns casos de Leões Africanos que pesaram muito, eu acredito que possam ter tido alguns casos bem isolados de Leão do Atlas também chegando a grandes pesos, mas é mera especulação de minha parte.
Se formos querer coletar vídeos antigos onde aparentemente aparecem Leões do Atlas e Tigres ou Tigresas, teremos diversas discussões. Esses vídeos antigos de filmes feitos com cenas reais de lutas, lutas antigas em circos, etc podem sempre ter o dedo do bicho homem e algumas edições. Pra mim os 2 vídeos mais polêmicos, um é aquele onde o que parece ser uma Tigresa (pelo tamanho) caí de forma estranha (uns dizem que foi pela exaustão, outros que alguém atirou, e devem ter outras teorias) quando lutava com um grande Leão com juba bem volumosa. Outro vídeo, que pelo menos parece não ter tido tantos cortes, é aquele em que um Tigre ou Tigresa pega um Leão também com juba volumosa e encaixa uma mordida no seu pescoço, deixando o Leão praticamente rendido de costas para o chão, porém o duelo é parado com um jato de água.
A maiorias dos outros vídeos que eu me lembre, no confronto 1 X 1 os animais não chegam a nenhuma finalização, creio que boa parte deles (principalmente aqueles mais atuais em parques) os animais já estão acostumados com a presença um do outro, e acabam apenas se estranhando, às vezes um pouco mais ferozmente, mas quase nunca chegando a ir até a morte.
Por isso que nesse tipo de combate eu prefiro apenas me arriscar na teoria. Tem-se também aqueles relatos históricos, ao que parece pelo que eu me lembre, o Tigre costumou levar a melhor (isso foi postado no Orkut na comunidade “Território Selvagem” fazem anos, até tentei achar o link dessas postagens, mas ainda não consegui), e tem-se algumas notícias, ao meu ver exageradas, como essa: Tigre mata leão com uma só patada em zoológico na Turquia: http://noticias.uol.com.br/bbc/2011/03/08/tigre-mata-leao-com-uma-so-patada-em-zoologico-na-turquia.jhtm
Creio que devem ter notícias de casos exagerados contrários também, mas não me recordo.
Por isso, para esse tipo de duelo eu prefiro apenas me apegar com a teoria das armas e capacidades que vejo nos 2 animais. Pra mim, no mesmo peso esse é um duelo muito disputado, onde os 2 animais tem chances de vitória.
Porém, em teoria, o único diferencial positivo de certa forma que vejo para o Leão, é a Juba Volumosa (que não é nenhuma armadura, mas pode ajudar a amortecer algumas patadas, quem sabe dificultar o encaixe de algumas mordidas, mas que se encaixada, não impediria o travamento dos caninos compridos de um Tigre, e o estrago das patadas iniciais ainda poderia ser feito em todo o restante do corpo que não tem Juba, tal como a face por exemplo, e notem que nos 2 casos, eu disse Algumas, pois sei que se tratam de pêlos, que inclusive já vi serem arrancados tufos deles em brigas entre Leões) e talvez a iniciar os ataques. Mas felino acuado geralmente demonstra combate, isso se o Tigre relutasse (mas que já voltaria a equilibrar o combate), mas sabe-se que a agressividade varia de animal para animal, portanto, o Tigre poderia também buscar o combate até mesmo antes do que o Leão.
Já no Tigre creio que o diferencial, mesmo que não seja grande, é maior, e está presente no tamanho das garras e dentes caninos, pelo que eu saiba eles já são maiores em Tigres de Bengala, se considerarmos um Tigre Siberiano desse tamanho então, mesmo que no mesmo peso de um Leão, creio que ele tende a ter essa vantagem. Outro diferencial é a agilidade (nessa hora não ter juba é um ponto positivo no meu ver), a explosão e força bruta (embora isso deva ser um dado mais discutível, creio que pelo modo de vida, de ter que abater sozinho presas diversas, até mesmo Ursos, creio que ele tenha essa vantagem também, lembro até que o Tigre esteve entre os animais mais fortes naqueles programas do "Animal Planet ao Extremo", apenas a título de curiosidade), salto e velocidade também. Eu vejo o Tigre sendo um animal mais atlético, mais completo que um Leão, embora ainda assim o Leão seja um animal pré-disposto para o combate que também apresenta ótimas armas para o mesmo, porém creio que menores.
Se jogar tudo isso numa balança, eu daria o favoritismo ao Tigre Siberiano, 7/3 ou 6/4, mas acredito que o vencedor sairia bem ferido na maioria dos casos. Creio que seria um combate duro e violento!! Essa é apenas minha visão deste combate, mas eu tenho certeza que tem gente que pensa o contrário!
Assinar:
Postagens (Atom)






.jpg)